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Qual a relação entre ressonar e passar o dia sentado? Maior do que julga

Novo estudo sugere que quem passa muitas horas sentado está mais propenso a ressonar, o que pode ser um sinal de apneia do sono.

Qual a relação entre ressonar e passar o dia sentado? Maior do que julga

Vários estudos têm revelado como passar muitas horas sentado prejudica a saúde.

Um novo estudo sugere que as horas excessivas que passa sentado também podem ser as responsáveis pela sua noite mal dormida e passada a ressonar.

Quando ressonar é algo persistente pode ser um sinal de apneia do sono, uma condição que não deve desvalorizar pois pode colocá-lo em perigo, já que faz com que pare de respirar, por alguns segundos, diversas vezes durante a noite.

O estudo realizado por investigadores do National Center for Biotechnology Information sugere que pode haver uma solução simples para quem costuma ressonar, aliás, tão simples como se levantar.

Como reporta o site da Reader’s Digest, para este estudo os investigadores recrutaram 16 pessoas que costumam ressonar, saudáveis e com peso normal. Depois de medir o volume de fluido nos gémeos dos voluntários, os investigadores pediram-lhes que se sentassem por quatro horas – depois analisaram o ressonar naquela noite. Porquê o interesse no fluido das pernas? Como os investigadores apontam no estudo: "A sessão prolongada pode promover a retenção de líquidos nas pernas que se redistribui para o pescoço durante o sono e contribui para o ressonar".

Identificado o ‘culpado’, os investigadores decidiram testar uma potencial solução. Metade dos voluntários pressionou os pés contra pedais para manter os músculos das pernas ativos enquanto estavam sentados; A outra metade deixou as pernas penduraras, tal como a maioria faz quando está sentado no trabalho e no sofá. Uma semana depois, os investigadores trocaram os grupos antes de monitorizar novamente os roncos noturnos.

Verificaram que o volume de fluidos na parte inferior da perna triplicou quando os voluntários se sentaram normalmente, e fartaram-se de ressonar naquela noite. Já quando os voluntários pedalaram - mantendo o sangue a ser bombeado e os fluidos em movimento nas pernas -, tiveram menos acumulação de fluidos e os seus roncos reduziram para mais de metade quando foram dormir.

O Dr. Michael Breus, especialista do sono, explica que "se houver excesso de fluido no pescoço a traqueia ou o esófago fica mais estreita. Isso força o ar a mover-se mais rápido e isso pode provocar uma vibração e depois um ronco. É uma questão de espessura das vias aéreas.”

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