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O que deve ter em conta antes de levar os patudos de férias

As férias são, muitas vezes, uma dor de cabeça para quem tem animais de estimação, devido à falta de conhecimento de opções que incluam todos os membros da família para evitar sentimentos de abandono e ansiedade decorrentes das mudanças associadas à separação. É o seu caso?

O que deve ter em conta antes de levar os patudos de férias
Notícias ao Minuto

13:30 - 18/06/24 por Notícias ao Minuto

Lifestyle Animais de estimação

Com as férias de verão na esquina, são muitas as famílias com animais de estimação que planeiam o próximo destino para descansar. Porém, esta época do ano é também uma dor de cabeça quando se trata de escolher um local temporário para o animal ficar ou decidir planos em que este possa ser incluído. 

A separação da família com o animal "pode, muitas vezes, gerar doses de nervosismo e ansiedade. Tal pode levar a problemas de saúde no animal, como perda de apetite, problemas urinários, entre outros", afirma Marta Machado, médica veterinária e coordenadora das clínicas Iskaypet, citada num comunicado da Kiwoko. 

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"Os cães são uma das espécies animais que mais necessitam de cuidados e que, pela sua natureza, mais sofrem com o apego. Por esta razão, há alguns cães que também apreciam as férias com uma mudança de rotina, como famílias temporárias, creches ou hotéis. Por outro lado, muitos outros somatizam esta mudança com ansiedade e nervosismo, o que pode afetar negativamente o seu bem-estar emocional e físico. Nestes casos, aconselhamos a planear férias que os incluam", explica.

A viagem pode ser organizada para as diferentes praias 'dog-friendly', por exemplo. Outra opção são os destinos de montanha, onde se podem fazer caminhadas e trekking e ficar em cabanas e alojamentos onde os cães são bem-vindos.

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Para os fãs do mundo rural, há uma infinidade de casas onde os cães podem andar livremente e que também permitem visitas a centros históricos que valem a pena conhecer.

"Os gatos, por outro lado, tendem a sofrer com ansiedade devido à sua natureza territorial e à sua sensibilidade à mudança quando os membros da sua família viajam sem eles. Esta situação desencadeia frequentemente comportamentos como a ocultação, a agressão ou a vocalização excessiva. Viajar com gatos é possível. Contudo, se gerar muito stress ao animal, é recomendável que fique sob a guarda de alguém de confiança que se possa deslocar para alimentar, brincar e tratar do ambiente em que o gato se encontra", alerta a médica veterinária.

Para as restantes espécies, como as aves (canários, papagaios, periquitos, entre muitos outros), os pequenos roedores (hamsters, porquinhos-da-índia, ratos e ratazanas), bem como os répteis (tartarugas, porquinhos-da-índia, camaleões) ou os peixes, a Kiwoko salienta: "A deslocação deste tipo de animais pode, muitas vezes, ser complicada, uma vez que estão alojados em gaiolas, aquários ou recintos que não permitem a mobilidade. Nestes casos, o melhor é combinar com um familiar, amigo ou pessoa contratada para cuidar do nosso melhor amigo".

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