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  • 06 JULHO 2020
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Cada dia sem distanciamento social prolonga pandemia em 2,4 dias

Estudo reitera a importância da medida no controlo da disseminação pelo mundo do novo coronavírus SARS-CoV-2, causador da doença da Covid-19.

Cada dia sem distanciamento social prolonga pandemia em 2,4 dias

Conforme avança a revista Galileu, um estudo realizado por investigadores da Universidade do Texas, nos Estados Unidos, revela que por cada dia passado sem distanciamento social numa região específica prolonga em 2,4 dias a pandemia da Covid-19.

Para efeitos daquela pesquisa, os cientistas avaliaram os surtos do SARS-CoV-2 em 58 cidades chinesas. Tendo em conta o momento em que foram identificados os primeiros casos de Covid-19 nesses locais, a data em que foram colocadas em prática medidas de distanciamento social e o momento em que o surto ficou finalmente sob controlo. 

"Todos os dias economizam tempo, economizam esforço, salvam pessoas infectadas e provavelmente salvam vidas", afirmou num comunicado emitido à imprensa Lauren Ancel Meyers, coautora do estudo.

"Tal é particularmente importante para pensarmos nas próximas semanas e meses".

Segundo os investigadores norte-americanos os dados apurados são válidos tanto para lugares que ainda estão a experienciar os primeiros surtos de coronavírus, como naqueles que estão a viver uma segunda vaga da doença ou que poderão passar por essa realidade em breve. Aliás, os académicos consideram que aguardar uma semana após voltarem a surgir novos casos de Covid-19 numa comunidade, pode requerer 17 dias adicionais de distanciamento social de modo a atenuar a disseminação do vírus.

"O impacto desses 'atrasos' pode ser particularmente importante para comunidades propensas à transmissão rápida, como casas de repouso, universidades, escolas e prisões", alertou o investigador Spencer Fox.

"Necessitamos de planos concretos para quando e como responder a casos crescentes [da doença] e evitar restrições desnecessariamente longas e dispendiosas", disse. 

E Meyer acrescentou: "fornecemos evidências diretas, baseadas em dados concretos, de que o momento das intervenções tem um impacto substancial na duração e gravidade do surto".

Atualmente o estudo realizado pela Universidade do Texas está a ser avaliado pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA e será brevemente publicado na revista Emerging Infectious Diseases.

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