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Depressão aumenta risco desta condição fatal, esteja atento aos sinais

Sofrer de depressão aumenta o risco de desenvolver esta condição cardíaca potencialmente fatal, revela um novo estudo.

Depressão aumenta risco desta condição fatal, esteja atento aos sinais
Notícias ao Minuto

20:53 - 20/11/18 por Liliana Lopes Monteiro  

Lifestyle Saúde mental

A incidência de problemas de saúde mental foi associada a uma maior probabilidade de ocorrência de fibrilação atrial, condição esta que provoca o batimento irregular e anormal do coração.

Até muito recentemente os cientistas acreditavam que essa associação se devia ao tipo de medicação antidepressiva comummente prescrita. 

O estatístico e líder do estudo Morten Fenger-Grøn, docente na Universidade Aarhus, na Dinamarca, disse: “É sabido que há de facto uma ligação entre a mente e o coração”.

“A depressão prediz de certa forma o desenvolvimento de doenças coronárias e piora significativamente o seu prognóstico. A nossa pesquisa pretendia investigar se a depressão está também na origem da fibrilação atrial”.

Esta condição é uma das mais comuns desordens do foro do ritmo cardíaco, sendo que 30% de todos os enfartes sejam provocados pela ocorrência inicial de fibrilação atrial.

Os cientistas observaram 785,254 indivíduos que começaram a ser tratados com antidepressivos entre 2000 e 2013, juntamente com uma amostra aleatória de um quinto da população dinamarquesa.

O risco de desenvolvimento de condições cardíacas foi avaliado um mês antes (período em que se assumia que os voluntários estavam deprimidos, mas ainda não estavam medicados) e após o começo da terapia.

E os especialistas concluíram que os pacientes que tomavam antidepressivos estavam 3,18 vezes mais predispostos a sofrerem de fibrilação atrial durante o primeiro mês do tratamento.

Esse risco tendia a diminuir no ano que se seguia – levando os cientistas a acreditarem que a culpa não é da medicação.

“A diminuição pode inclusive sugerir que o tratamento pode aliviar o risco”, explicou Fenger-Grøn.

E acrescentou: “A mensagem para os pacientes que já sofrem de fibrilação atrial é que devem sim ter em atenção a toma de fármacos para tratar a depressão e devem falar com o seu médico sobre o assunto”.

Porém, o especialista e a sua equipa salientam que os fármacos desempenham um papel fundamental no tratamento da depressão.

“Cuide da sua saúde mental, porque o que este estudo valida é que os problemas da mente são de facto detrimentais para o coração”.

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