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O apelo de Júlio Isidro e as duras críticas aos "hipócritas de voz mansa"

"Hipócritas que muitas vezes de voz mansa, criticam para destruir, opinam para confundir, e intervêm para paralisar e espalhar o pânico", lamenta o apresentador.

O apelo de Júlio Isidro e as duras críticas aos "hipócritas de voz mansa"

"Temos que os merecer", é desta forma que Júlio Isidro dá início a um longo texto onde manifesta publicamente a sua homenagem e agradecimentos aos profissionais de saúde e forças de segurança que têm combatido a pandemia de Covid-19 em Portugal desde o primeiro dia.

Depois de ler o juramento de Hipócrates, "pai da medicina moderna", o apresentador lembrou o juramento feito por médicos e enfermeiros no final da sua formatura e declarou orgulhoso: "Nestes dias negros, constato, que médicos, enfermeiros, assistentes operacionais, técnicos de saúde cumprem e se excedem na missão que os clínicos juraram, numa assumpção colectiva". Esta homenagem estende-se também a "bombeiros, e forças de segurança, também envolvidos no campo de batalha".

Mais adiante no seu texto, Júlio Isidro deixa duras críticas aos céticos: "Perante Hipócrates e a sua 'constituição' descubro os Hipócritas que muitas vezes de voz mansa, criticam para destruir, opinam para confundir, e intervêm para paralisar e espalhar o pânico. Por esses e por sua causa, sinto por vezes o vómito da indignação", escreve.

"O tempo que o mundo levou a perceber a ameaça global que já cá estava, quando ainda não se sabia. O quase KO em que deixou os cidadãos. A reacção da ciência quase no escuro a experimentar soluções. As medidas dos poderes por todo o mundo , erradas, certas, tímidas, arrojadas, precipitadas, atrasadas, drásticas para nos protegermos pelo isolamento. E de novo a insídia e a conspiração para fazer sair as serpentes dos ovos", continua, juntando às suas palavras uma das imagens mais marcantes da pandemia, na qual dois médicos se abraçam num corredor de um hospital.

"E as circunstâncias - Nas nossas mãos, nas nossa faces, nos nossos passos a noção de que limitar comportamentos não é perder a liberdade.... que acatar normas não é aceitar decisões ditatoriais e anti-democráticas. A liberdade continua a passar por aqui... se colaborarmos com tantos que nos querem ver de novo saudáveis e felizes", reforça Júlio Isidro, que quis terminar o seu desabafo com um apelo a todos os portugueses.

"Da felicidade ao sofrimento foi um passo, mas agora do sofrimento à felicidade, espera-nos uma pequena eternidade.
Temos que os merecer, pela nossa conduta. Temos que olhar para os seus corpos e espíritos cansados e sermos gratos por estas vidas ao serviço da humanidade. Só escrevo o que sinto, e com palavras simples porque não sei fazer literatura, mas aqui está o meu apelo para que todos contribuamos, direi que com alguns sacrifícios, para que o exército que nos quer salvar, tenha condições de o fazer.
Porque temos que os merecer. O resto...são mesas redondas", completa.

Veja aqui o texto completo

Leia Também: Merche Romero e a polémica com Júlio Isidro: "Tive um ataque de choro"

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