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Aprovação do papel comercial do GES está a ser investigada

Reuniões que originaram os polémicos títulos de dívida estão a ser alvo de olhar atento por parte dos reguladores do sistema financeiro internacional.

Aprovação do papel comercial do GES está a ser investigada

O Banco de Portugal e a CMVM estão a investigar ao pormenor as reuniões da administração do antigo Banco Espírito Santo que deram origem à criação do papel comercial do GES. As duas entidades querem encontrar os culpados pela decisão de criar o produto financeiro que provocou perdas de milhões de euros, deixando cerca de 2.500 clientes sem poupanças.

De acordo com o Diário Económico, os supervisores estão particularmente atentos a duas reuniões: a de 4 de setembro de 2013 e a de 3 de outubro do mesmo ano. Ricardo Salgado, Amílcar Morais Pires e José Maria Ricciardi não estiveram presentes, tendo sido Joaquim Goes a assumir o papel principal na aprovação dos títulos de dívida do Grupo Espírito Santo.

Joaquim Goes rejeita responsabilidades, tendo garantido ao Banco de Portugal que não conhecia os valores envolvidos nem a situação real das empresas associadas aos produtos financeiros. O antigo administrador do BES acusa Ricardo Salgado e Morais Pires de esconderem “deliberadamente” os verdadeiros riscos do papel comercial.

Os dois reguladores do sistema financeiro nacional estão a tentar juntar dados para conseguir avançar com novos processos de contraordenação. Os resultados das investigações vão ser comunicados ao Ministério Público, que poderá depois avançar para a Justiça.

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