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CGD diz que quer acordo com os sindicatos mas não "a qualquer preço"

O presidente da Caixa Geral de Depósitos (CGD) disse hoje que quer chegar a acordo com os sindicatos para aumentos salariais este ano mas não "a qualquer preço".

CGD diz que quer acordo com os sindicatos mas não "a qualquer preço"
Notícias ao Minuto

19:35 - 16/05/24 por Lusa

Economia Caixa Geral de Depósitos

"A Caixa apenas irá além disso [aumento de 3,4% na tabela salarial] em sede negocial se as partes se aproximarem. A Caixa chega sempre a acordo, mas não chega a qualquer preço", afirmou Paulo Macedo na apresentação de resultados da CGD no primeiro trimestre (394,5 milhões de euros), na sede do banco, em Lisboa.

A última proposta do banco público para aumentos salariais em 2024 é de 3,4%, um valor rejeitado pelos sindicatos.

Para o Sindicato dos Trabalhadores das Empresas do Grupo CGD (STEC), o mais representativo no banco, esta proposta é "brincar com os trabalhadores" que tiveram uma "perda brutal de poder de compra nas suas remunerações líquidas entre os -11,4% e -22,1%" entre 2010 e 2023 e quando a CGD teve lucros recorde de 1.291 milhões de euros no ano passado.

Uma nova ronda negocial está marcada para 23 de maio. O STEC exige um aumento de 4,9% (com 100 euros de aumento mínimo).

Quanto às outras negociações salariais no setor, a proposta dos bancos que subscrevem o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) do setor é de 2,5% e a proposta do BCP é de 2,25%.

Leia Também: CGD aumenta lucro em 38% para 395 milhões no 1.º trimestre

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