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Bolsa de Lisboa em alta com BCP e EDP Renováveis a subirem quase 3%

A bolsa de Lisboa negociava hoje em alta, com as ações do BCP e da EDP Renováveis a subirem 2,98% para 0,30 euros e 2,97% para 13,17 euros, e as da Mota-Engil a descerem mais de 2%.

Bolsa de Lisboa em alta com BCP e EDP Renováveis a subirem quase 3%
Notícias ao Minuto

09:59 - 18/04/24 por Lusa

Economia Bolsa de Lisboa

Cerca das 09h15 em Lisboa, o PSI avançava 0,97% para 6.295,11 pontos, com nove 'papéis' a subir, seis a descer e um a manter a cotação (Corticeira Amorim em 9,67 euros).

Às ações do BCP e da EDP Renováveis seguiam-se as da EDP e Sonae, que avançavam 2,28% para 3,68 euros e 1,49% para 0,89 euros.

As ações da Jerónimo Martins, NOS e Ibersol valorizavam-se 0,90% para 17,88 euros, 0,56% para 3,61 euros e 0,29% para 7,00 euros.

As outras duas ações que subiam eram as da REN e da Grenvolt, que se valorizavam 0,23% para 2,20 euros e 0,12% para 8,31 euros.

Em sentido contrário, as ações da Mota-Engil caíam 2,12% para 4,15 euros, às quais se seguiam as da ALtri e da Semapa, que subiam 0,80% para 4,95 euros e 0,66% para 14,96 euros.

As outras três ações que se desvalorizavam eram as da Galp, Navigator e CTT, que registavam perdas de 0,59% para 16,01 euros, 0,41% para 3,93 euros e 0,11% para 4,45 euros.

As principais bolsas europeias estavam hoje em alta, pendentes da evolução das tensões no Médio Oriente numa sessão com uma agenda macroeconómica ligeira, que apenas inclui a divulgação nos EUA de alguns dados relevantes.

A agenda macroeconómica de hoje apenas inclui a divulgação das perspetivas de negócio da Reserva Federal (Fed) de Filadélfia e dos pedidos iniciais de subsídio de desemprego.

As bolsas arrancaram em alta, depois de subidas na quarta-feira, apesar da tendência negativa do mercado de Wall Street, que acabou por fechar a vermelho.

E isto num dia em que foi publicado o Livro Bege da Fed, no qual o organismo prevê que a inflação se manterá estável sem grandes alterações no futuro e estará longe do objetivo de 2%, o que reforça a perspetiva de que demorará mais tempo do que o previsto a baixar as taxas de juro, como já disse o presidente da instituição, Jerome Powell.

Neste contexto, as 'yields' da dívida soberana abriram hoje a cair, depois de se terem mantido estáveis na quinta-feira, com os juros das obrigações a 10 anos dos EUA em cerca de 4,57% e os da Alemanha em cerca de 2,43%.

Analistas da Renta4 citados pela Efe explicam que o mercado continua à espera dos riscos geopolíticos (aguardando a resposta de Israel ao ataque iraniano), e dos resultados empresariais do primeiro trimestre, onde se destacam hoje as contas da Netflix nos EUA e do Bankinter em Espanha.

O barril de petróleo Brent para entrega em junho abriu hoje em baixa, a cotar-se a 87,22 dólares no Intercontinental Exchange Futures (ICE) de Londres, contra 87,29 dólares na quarta-feira, depois do ataque do Irão contra Israel no sábado passado.

A nível cambial, o euro abriu a valorizar-se no mercado de câmbios de Frankfurt, mas a cotar-se a 1,0680 dólares, contra 1,0650 dólares na sessão anterior.

Leia Também: Bolsa de Lisboa abre a subir 0,20%

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