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FMI faz segunda avaliação à execução do programa de referência na Guiné

O Fundo Monetário Internacional inicia terça-feira a segunda de três avaliações à execução do Programa de Referência na Guiné-Bissau, que poderá permitir a assinatura de um Programa de Facilidade de Crédito Alargado, anunciou hoje o Ministério das Finanças.

FMI faz segunda avaliação à execução do programa de referência na Guiné
Notícias ao Minuto

13:25 - 29/11/21 por Lusa

Economia Guiné-Bissau

Em comunicado divulgado à imprensa, o Ministério das Finanças guineense refere que a missão, que tem início de forma virtual e que a partir de 07 de dezembro será de forma presencial, vai decorrer até 14 de dezembro.

A terceira missão de avaliação está prevista para março de 2022.

O Fundo Monetário Internacional realizou em setembro a primeira de três avaliações à execução do programa de referência.

A organização financeira registou, na primeira avaliação, um "progresso satisfatório" na Guiné-Bissau, apesar da difícil situação socioeconómica, que o país atravessa, agravada pela pandemia do novo coronavírus, mas deixou recomendações, incluindo ser evitado a "acumulação de atrasados ou recurso à onerosa contratação de empréstimos não concessionais".

A massa salarial e o serviço de juro da dívida representaram em 2020 80% e 20,5%, respetivamente, da receita fiscal.

A instituição financeira pediu também uma auditoria independente às dotações orçamentais relacionadas com a covid-19 e assumidas no contexto da Linha de Crédito Rápido, disponibilizado em janeiro de 2021.

A instituição financeira espera que a inflação continue modesta e abaixo do limiar dos 3% da União Económica Monetária da África Ocidental e que o défice orçamental continue nos 5,2% do Produto Interno Bruto (PIB), "em linha com os objetivos do programa".

Caso as avaliações sejam satisfatórias a Guiné-Bissau poderá ser incluída no Programa de Facilidade de Crédito Alargado.

O Programa Monitorizado pelo Corpo Técnico visa reduzir os grandes desequilíbrios macroeconómicos intensificados pelo impacto da pandemia provocada pelo novo coronavírus, reforçar a governação e a rede de apoio social, para um desenvolvimento mais inclusivo.

Segundo dados do FMI, o crescimento económico da Guiné-Bissau diminuiu cerca de 1% em 2020 e deverá crescer cerca de 3% em 2021.

Em Bissau, a missão vai reunir-se com as autoridades políticas locais e com os parceiros multilaterais e bilaterais, com destaque para Portugal, França e Espanha.

O Ministério das Finança salienta que a Guiné-Bissau não dispõe de um programa com o FMI há três, mas que continua a ser membro da organização financeira.

Leia Também: UE vai apoiar Guiné-Bissau a exportar pescado para a Europa

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