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Certificado regressa? AHRESP diz que "não é grave", mas pede "cuidado"

O regresso do certificado para entrar em restaurantes e hotéis "não é grave, tendo em conta que 86% da população já está com a vacinação completa", disse a secretária geral da AHRESP, ao Notícias ao Minuto. Contudo, é preciso "cuidado" relativamente a eventuais outras medidas com mais impacto nas empresas do setor.

Certificado regressa? AHRESP diz que "não é grave", mas pede "cuidado"

O regresso do certificado digital na entrada dos restaurantes e hotéis "não é grave", dada a elevada taxa de vacinação do país, mas a Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) apela que o Governo tenha "cuidado" com eventuais outras medidas mais restritivas dada a fragilidade das empresas do setor

O jornal Público revela que o Conselho de Ministros vai aprovar o regresso do certificado digital na entrada dos restaurantes e dos hotéis, como parte do novo 'pacote' de medidas para controlar a pandemia no país. A esta hora, sublinhe-se, o Executivo está reunido e não há hora para a conferência de imprensa, que, à partida, será feita pelo primeiro-ministro, António Costa. 

O regresso do "certificado não é grave, tendo em conta que 86% da população já está com a vacinação completa", disse a secretária geral da AHRESP, Ana Jacinto, em declarações ao Notícias ao Minuto, admitindo, contudo, que "traz sempre constrangimentos no funcionamento" dos estabelecimentos. 

Ainda assim, a AHRESP pede "cuidado" com eventuais outras medidas que tenham impacto nas empresas do setor, que ainda se encontram numa situação "débil". "Não foram dois ou três meses de oxigénio" que as farão aguentar medidas mais restritivas como as que se verificaram no passado. 

"Precisamos que não nos coloquem muitos entraves à nossa atividade", refere a secretária geral da AHRESP, acrescentando que as empresas "querem é trabalhar". 

Por este motivo, Ana Jacinto pede que as medidas do Governo tenham por base uma "ponderação necessária" e recorda que "não estamos num cenário como estávamos há um ano", entendendo que deve sim haver um "reforço da vacinação", bem como a manutenção das medidas de higienização necessárias para evitar a propagação da Covid-19. 

O Público revela que o Conselho de Ministros vai ainda decidir os momentos em que o certificado digital poderá ser exigido, ou seja, se será uma exigência permanente diária ou se será apenas obrigatória ao fim-de-semana, como, aliás, já se verificou. 

Tendo em conta as declarações do primeiro-ministro nos últimos dias, que se recusou sempre a adiantar quais serão as medidas a adotar pelo Governo porque o momento era ainda de ouvir os peritos e os partidos, deverá ser o próprio a anunciar estas decisões do Governo.

Já esta quinta-feira, em entrevista à Renascença e ao Público, o ministro das Finanças, João Leão, disse que o "Governo vai aprovar medidas mais relacionadas com a necessidade de usar máscara, de vacinação, de uso de certificado, de garantia de que as pessoas que chegam a Portugal não tenham Covid".

João Leão adiantou ainda que "não se entende como necessárias restrições a horários de comércio" e que o Governo tem, neste momento, "apoios preparados em função das medidas que forem tomadas". 

Leia Também: Leão vê "margem" para aumentar salários (e não se pode ignorar "desafio")

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