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Wall Street fecha com 5.º recorde consecutivo do Dow Jones e do S&P500

Os índices Dow Jones e S&P500, emblemáticos de Wall Street, abriram a semana como tinham acabado a anterior: a estabelecer recordes no fecho das transações, sem ceder a preocupações geopolíticas ou informações macroeconómicas dececionantes.

Wall Street fecha com 5.º recorde consecutivo do Dow Jones e do S&P500
Notícias ao Minuto

22:41 - 16/08/21 por Lusa

Economia Wall Street

Os resultados definitivos da sessão indicam que o seletivo Dow Jones Industrial Average subiu 0,31%, para os 35.624,40 pontos, e o alargado S&P500 valorizou 0,26%, para os 4.479,71, ambos fixando o quinto recorde consecutivo. Pelo contrário, o tecnológico Nasdaq acabou a recuar 0,20%, para as 14.793,76 unidades.

Mas durante o dia houve alguma preocupação resultante de informação macroeconómica da China, que indicou uma perda de velocidade do crescimento da produção industrial e vendas do comércio retalhista em julho abaixo das expectativas.

A situação no Afeganistão, onde as forças talibãs assumiram o controlo, tinha desencadeado durante a manhã "uma certa angústia geopolítica" entre os investidores, segundo as palavras de Patrick O'Hare, da Briefing, sem, contudo, se tornar num factor de medo.

Na frente dos indicadores económicos dos EUA, a produção industrial na região de Nova Iorque mostrou uma deterioração inesperada, o que também afetou as primeiras transações, apontaram os analistas da Schwab.

Mas, no final da sessão, sete dos 11 setores do S&P500 acabaram com ganhos, liderados pelo da saúde (1,13%), serviços de utilidade pública (0,65%) e tecnologias de informação (0,44%).

No extremo oposto, o setor da energia foi o que apresentou a queda mais acentuada, ao recuar 1,83%, devido à baixa dos preços do petróleo, que estão a acusar as inquietações com a procura chinesa, dada a propagação da variante delta do novo coronavirus, que está a forçar Pequim a novas medidas de confinamento.

Para terça-feira são esperadas as divulgações de resultados de empresas como Walmart e Home Depot e a publicação das estatísticas sobre as vendas retalhistas em julho.

Os analistas esperam um pequeno recuo, de 0,2%, depois da subida de 0,6% em junho destas vendas, que refletem em geral o vigor do consumo, locomotiva da economia dos EUA.

Ente as ações, a da fabricante de vacinas anti-covid Moderna, que progrediu 250% este ano, fechou a recuar 4,08%, ao passo que a da rival Pfizer ganhou 0,89%, no dia em que este laboratório defendeu junto das autoridades sanitárias norte-americanas a administração de uma terceira dose da sua vacina para toda a população.

Leia Também: BCE aumenta em 4,5% compra de dívida para enfrentar a pandemia

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