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Economia portuguesa deverá crescer entre 3,5% e 4,5% em 2021

A economia portuguesa deverá crescer entre 3,5% e 4,5% em 2021, num cenário de controlo continuado da crise sanitária, segundo a Síntese de Conjuntura de abril ISEG.

Economia portuguesa deverá crescer entre 3,5% e 4,5% em 2021
Notícias ao Minuto

13:33 - 07/05/21 por Lusa

Economia ISEG

Na sua síntese de conjuntura, o Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG) refere que "a partir do segundo trimestre, num cenário plausível de controlo da pandemia, espera-se que a economia regresse a um crescimento mais regular e sustentado".

Mais realisticamente, refere, espera-se, em primeira análise, que o crescimento homólogo no segundo trimestre se deverá situar entre 10 a 15%.

"Admite-se que a resposta da economia será, inicialmente, relativamente rápida e robusta, mas, entre os principais setores da economia portuguesa, a evolução do setor turístico aparenta maior incerteza, podendo a sua recuperação ser mais lenta do que noutros setores, sobretudo tendo em conta os níveis pré-crise", refere.

Neste cenário, e atendendo às expectativas de controlo continuado da crise sanitária, o ISEG admite como mais provável que o crescimento no conjunto de 2021 se venha a situar no intervalo de 3,5% a 4,5%.

A síntese de conjuntura do ISEG foi elaborada com a informação disponível até 05 de maio.

O ISEG recorda que, segundo a estimativa rápida do INE, no primeiro trimestre de 2021 o PIB português decresceu, em volume, 5,4% em termos homólogos e 3,3% face ao trimestre anterior.

Estes resultados, uma consequência do agravamento da crise sanitária e do confinamento geral imposto, foram mais negativos do que os registados na média da área euro, sinaliza.

Em abril, tal como em março, com os progressos reais ou esperados para breve de controlo da crise sanitária, assistiu-se a uma notável recuperação da confiança nos países da UE, tendo o indicador de sentimento económico para a AE19 subido para valores claramente acima da sua média histórica.

Em Portugal, a recuperação da confiança foi semelhante, ainda que um pouco menos expansiva do que na média da AE19.

"Como seria de esperar, dados os efeitos base, os primeiros dados relativos ao segundo trimestre caracterizam-se por apresentarem variações homólogas altamente positivas", refere.

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