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"Pessoas não podem ter expetativa de voltar à ilusão de antes"

No dia em que ficou a saber-se que o défice orçamental ficou abaixo da meta estabelecida pela troika, a ministra das Finanças, Maria Luís Albuquerque, esclareceu, em entrevista à TVI, que o Governo pretende, “logo que possível”, aliviar a carga fiscal mas explicou que “não é razoável neste momento fazer uma previsão de quando” isso poderá acontecer. E deixou um aviso: “As pessoas não podem ter a expetativa de voltar à realidade que tínhamos antes”.

"Pessoas não podem ter expetativa de voltar à ilusão de antes"

Em entrevista, a noite passada, na TVI, a ministra das Finanças, Maria Luís Albuquerque, comentou os dados ontem revelados sobre a execução orçamental de 2013, e que terminou com um défice abaixo da meta estabelecida pela troika, frisando que o caminho de contenção seguido até aqui é para manter nos próximos tempos.

“A recuperação ocorrerá. [Mas] as pessoas não podem ter a expetativa de voltar ao que era porque o que era não existe. A realidade que tínhamos antes, em boa parte uma ilusão de prosperidade, essa realidade já não existe, temos uma nova realidade que implica maior disciplina orçamental mas que, [como mostram] os dados mais recentes, não é incompatível com o crescimento”, salientou.

Neste sentido, prosseguiu a ministra, “é possível consolidar e ter crescimento”. “Temos de facto melhores perspetivas para o futuro mas é preciso tempo para recuperar de uma crise com a profundidade da que vivemos”.

A ministra referiu ainda que o Governo tem “a intenção de logo que possível começar a descida de impostos pelo IRS mas não é razoável, neste momento, fazer uma previsão de quando é que isso pode acontecer”, avisou.

“Temos um compromisso, primeiro para saída do programa [de ajustamento] mas depois para cumprirmos os nossos compromissos enquanto membros da zona euro e, sobretudo, para garantir o caminho de credibilidade que assegura o crescimento sustentado e a confiança”, defendeu Maria Luís, reiterando que Portugal tem “de manter as contas públicas equilibradas”.

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