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Nova direção do STI destaca abertura ao diálogo e "postura assertiva"

A nova direção do Sindicato dos Trabalhadores dos Impostos (STI) tomou hoje posse com a presidente, Ana Gamboa, a prometer abertura ao diálogo, com uma "postura moderada, mas assertiva".

Nova direção do STI destaca abertura ao diálogo e "postura assertiva"
Notícias ao Minuto

18:10 - 07/01/20 por Lusa

Economia Impostos

Salientando a missão dos trabalhadores da Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) na cobrança das receitas do Estado ou na defesa da fronteira externa da UE, Ana Gamboa sublinhou a necessidade de estes terem condições de "trabalho dignas".

Entre o que considera serem condições de trabalho dignas, a nova presidente do STI incluiu não apenas as carreiras e a remuneração, mas também a segurança e saúde no trabalho, área onde considera haver "muito por fazer".

Neste contexto, afirmou a disponibilidade da nova direção do STI para colaborar com os interlocutores "e encontrar as melhores soluções que promovam a dignificação" dos trabalhadores e da organização, "sobretudo no que respeita às questões relacionadas com as carreiras e com as condições de trabalho".

Ana Gamboa sucede a Paulo Ralha na presidência do STI, que liderou esta estrutura sindical durante oito anos.

Hoje, durante a sessão de tomada de posse dos novos elementos dos conselhos Diretivo e Fiscal, em Lisboa, Paulo Ralha salientou o processo que culminou com a publicação do diploma de revisão das carreiras da AT, acentuando algumas das matérias que têm ainda de ser desenvolvidas, nomeadamente a avaliação do desempenho ou os suplementos remuneratórios.

Antes, José Abraão, secretário-geral da Federação dos Sindicatos da Administração Pública (Fesap), tinha referido que esta nova direção assume funções numa altura em que a Administração Pública enfrenta dificuldades.

Em representação da CGTP, Arménio Carlos, aproveitou, por seu lado, para reafirmar o desagrado da central sindical com o aumento salarial de 0,3% da função pública que foi definido pelo Governo para 2020.

"Não se justifica que, com um excedente orçamental, o Governo tenha apresentado aos trabalhadores aumentos salariais de 0,3%", precisou o secretário-geral da CGTP, numa cerimónia que contou ainda com representantes da UGT e da Direção-Geral da AT.

As eleições para escolha dos novos órgãos diretivos do STI ocorreram nos dias 20 e 21 de novembro, tendo a lista vencedora recolhido 69,16% dos votos.

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