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Portugal emite dívida a 10 anos com juros a caírem para mínimos de sempre

Portugal colocou hoje 1.250 milhões de euros, montante máximo anunciado, em Obrigações do Tesouro (OT) a sete e 10 anos, com juros a caírem de novo para mínimos de sempre no prazo mais longo, foi anunciado.

Portugal emite dívida a 10 anos com juros a caírem para mínimos de sempre
Notícias ao Minuto

11:10 - 13/03/19 por Lusa

Economia Leilão

Segundo a página do IGCP, agência que gere a dívida pública, na agência Bloomberg, foram colocados 862 milhões de euros em OT com maturidade em 15 de junho de 2029 (cerca de 10 anos) à taxa de juro de 1,298%, um novo mínimo de sempre, abaixo da registada em 13 de fevereiro, 1,568%, anterior mínimo histórico.

A procura das OT a 10 anos cifrou-se em 1.380 milhões de euros, 1,60 vezes o montante colocado.

No anterior leilão comparável de OT a dez anos, em 13 de fevereiro, Portugal colocou 705 milhões de euros à taxa de juro de 1,568%, um mínimo de sempre, abaixo daquela registada em 14 de novembro de 2018 (1,908%) e do anterior nível mínimo de 1,670%, verificado em 09 de maio de 2018.

Em OT com maturidade em 21 de julho de 2026 (cerca de sete anos) foram colocados 388 milhões de euros à taxa de juro de 0,763%, tendo a procura atingido 976 milhões de euros, 2,52 vezes o montante colocado.

Em relação ao anterior leilão a sete anos, realizado em 14 de setembro de 2016, foram colocados 500 milhões de euros a 2,817%.

Mais recentemente, em 14 de novembro do ano passado, Portugal colocou 498 milhões de euros em OT com maturidade em 25 de outubro de 2023 (cerca de cinco anos) à taxa de juro de 0,702%, acima da do anterior leilão comparável de 12 de setembro (0,647%) e da mínima, de 0,529%, registada em 09 de maio passado.

O IGCP, agência que gere a dívida pública, tinha anunciado a realização hoje de dois leilões de OT com maturidade em 21 de julho de 2026 (cerca de sete anos) e em 15 de junho de 2029 (cerca de dez anos), com um montante indicativo global entre 1.000 milhões e 1.250 milhões de euros.

Para o diretor da gestão de ativos do Banco Carregosa, Filipe Silva, "Portugal emitiu dívida ao custo mais baixo de sempre, volta a emitir dívida de longo prazo com uma taxa inferior ao custo médio da sua dívida e a valores bastante inferiores aos leilões anteriores".

"A tendência de baixa tem sido uma constante nos últimos meses", precisou, concluindo que "o IGCP e o Estado português estão a tirar partido do abrandamento económico que se refletiu novamente numa política monetária expansionista do BCE no passado dia 07 de março".

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