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Função Pública. Fesap e Frente Comum 'dão a mão' numa greve nacional

Sindicatos dos trabalhadores da Administração Pública agendaram uma greve para o dia 15 de fevereiro por causa dos aumentos salariais.

Função Pública. Fesap e Frente Comum 'dão a mão' numa greve nacional
Notícias ao Minuto

07:54 - 16/01/19 por Beatriz Vasconcelos com Lusa 

Economia Sindicatos

A Frente Comum e a Federação dos Sindicatos da Administração Pública (Fesap) anunciaram que vão avançar com uma greve no dia 15 de fevereiro, sendo que para a Fesap está em cima da mesa a possibilidade de a paralisação durar mais tempo. Em causa estão os aumentos salariais para os funcionários públicos. 

A coordenadora da Frente Comum, Ana Avoila, considera que a "greve é sempre o último recurso" na luta dos trabalhadores, mas neste caso é sustentada pela "falta de propostas do Governo sobre os aumentos salariais na Função Pública", disse à sindicalista em declarações aos jornalistas, na terça-feira. 

Pouco tempo depois, o secretário-geral da Fesap, José Abraão, anunciava também que aquele sindicato iria avançar para uma greve, sem apresentar, no entanto, detalhes acerca da sua duração. "A greve está decidida. Se são um ou mais dias é a questão que está ainda em aberto e sobre a qual estamos ainda a refletir", disse à  agência Lusa José Abraão.

A justificação é a mesma: a alegada falta de propostas da parte do Governo para os aumentos salariais para os trabalhadores do Estado. Isto porque ambos defendem que os aumentos devem chegar a todos os trabalhadores, mas a proposta do Governo só inclui um aumento dos rendimentos mais baixos

Na opinião de Ana Avoila, "o Governo está a fazer uma falácia com a quarta posição remuneratória, porque a lei obriga-o a pôr aqueles 635 euros na primeira posição da Tabela Remuneratória Única para poder fazer a devida progressão que está prevista na lei".

Já José Abrãao acusa o ministro das Finanças de "confundir mudanças de posição remuneratória com aumentos salariais" o que tem provocado ainda "maior descontentamento entre os trabalhadores".

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