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Turismo "mais equilibrado", mas outro aeroporto "já vai chegar tarde"

Assinala-se esta quinta-feira o dia mundial do turismo, que por cá continua a dar cartas. O ministro da Economia destaca que o setor tem "crescido bem, mais em receitas do que em número".

Turismo "mais equilibrado", mas outro aeroporto "já vai chegar tarde"

Celebra-se esta quinta-feira o dia mundial do turismo e, por cá, o setor continua a marcar pontos, de acordo com os dados mais recentes sobre as receitas turísticas. O ministro da economia português, Manuel Caldeira Cabral, destacou que, atualmente, temos um turismo mais equilibrado, mas há desafios. 

Em declarações transmitidas pela RTP3, Caldeira Cabral destacou que uma das particularidades do crescimento do turismo nos últimos anos é que "tem crescido bem", mais em receitas do que em número, mais no interior, Centro e Norte. "Estamos com um crescimento mais equilibrado ao longo ano", concluiu.

Questionado sobre a lotação do aeroporto de Lisboa, o ministro da Economia salientou que o facto de o "turismo estar a crescer ao longo de todo o território retira alguma pressão sobre o aeroporto de Lisboa”.

Sobre a possibilidade de haver um novo aeroporto a responder à procura na capital, Caldeira Cabral justificou que "são investimentos que demoram muito tempo a ser feitos", mas não tem dúvidas: "Já vai chegar tarde, é óbvio que vai chegar tarde", apontou. 

O responsável considera que este atraso se deve aos adiamentos do passado: "Foi pelo adiar no passado, por parte de muitos pessimistas que não acreditavam que o turismo pudesse crescer ao ritmo que cresceu e trazer o desenvolvimento, o crescimento e o emprego que também está a trazer", referiu. 

E os investimentos?

Sobre os investimentos no setor, Caldeira Cabral destacou uma linha de financiamento destinada à construção de novos empreendimentos turísticos e ainda à reabilitação dos existentes.

"Estamos a continuar a trabalhar, temos trabalhado na atração de rotas, temos trabalhado numa promoção turística diferente, temos trabalhado também com linhas de financiamento (…) para a construção de novos hotéis mas também para a requalificação dos que já existem", apontou. 

Caldeira Cabral destacou também a existência de uma linha 'especial' para os investimentos na região do interior. "Quem investir no interior, sendo uma linha de crédito, pode ter 20% a fundo perdido, ou seja, não terá de pagar a totalidade do empréstimo e isto é uma medida para se estimular também o aumento da oferta no interior."

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