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"Grimaldo? Não é uma questão de ele ser ou não ser aldrabão"

Presidente encarnado falou ainda sobre a política desportiva do clube.

"Grimaldo? Não é uma questão de ele ser ou não ser aldrabão"
Notícias ao Minuto

21:18 - 15/06/24 por Notícias ao Minuto

Desporto Rui Costa

Rui Costa, presidente do Benfica, usou da palavra, este sábado, na Assembleia Geral Ordinária, no Estádio da Luz, para dar explicações aos sócios sobre as saída de Grimaldo e de Rafa Silva, que deixaram os encarnados a custo zero.

"Não é verdade que não fizemos tudo para garantir o Grimaldo. Não é uma questão de ele ser ou não ser aldrabão, o que acontece é que aquilo que para o Grimaldo era o esforço que o Benfica devia ter feito, para nós eram números completamente exagerados, não podíamos chegar lá. Muitas vezes aquilo que o jogador pensa, pode não ser aquilo que o clube pode fazer. O mesmo fizemos para o Rafa e para todos os jogadores que acharmos que têm qualidade para jogar pelo Benfica. O esforço máximo para garantir a permanência de um jogador como o Grimaldo é preferível do que ter de ir às escuras buscar outro jogador. Só desperdiçamos o nosso talento se não tivermos capacidade para chegar a ele" disse Rui Costa, citado pelo O Jogo.

O presidente encarnado falou ainda sobre a política desportiva do clube.

"Jurásek, como tantos outros Jurásek que tivemos no passado e iremos ter no futuro, posso dizer que cada contratação tem o seu trâmite, passando pelo scouting, pelo director desportivo, equipa técnica e finalizando diretamente em mim. A responsabilidade de uma aquisição falhada será sempre minha. Jurásek ainda é um ativo nosso, mas quem o escolheu e quem o contratou foram as mesmas pessoas todos os outros jogadores que têm tido sucesso no Benfica. Muitas vezes não tem a ver com a qualidade do jogador, tem a ver com a sua adaptação e com o facto de jogar numa equipa desta dimensão e isso irá acontecer sempre em todas as equipas do mundo. A política desportiva do ano passado foi a mesma que nos ajudou a ser campeões há dois anos, não alterou rigorosamente nada", vincou.

"Conseguimos ser mais assertivos no primeiro ano do que no segundo, mas a nossa política desportiva passou de termos mais de 50 jogadores na folha salarial para os 39 que temos hoje, sendo a grande maioria deles da nossa formação. Concentrámos todo o nosso valor económico naquilo que são jogadores para jogarem no Benfica. Faremos investimento para o futuro, como fizemos com o Schjelderup, com o Prestianni, sabendo que muitas vezes não estão prontos para chegar e jogar, mas que são jogadores de mais-valia futura. Não vamos acertar em todos. Há dois anos os jogadores que chegaram tiveram impacto imediato e este ano não o conseguimos ter em posições cruciais", finalizou.

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