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Notas do Casa Pia-Benfica: Arthur 'chutou' para canto o 'terramoto' Kokçu

Avançado brasileiro foi a arma secreta de Roger Schmidt para o triunfo suado em Rio Maior.

Notas do Casa Pia-Benfica: Arthur 'chutou' para canto o 'terramoto' Kokçu
Notícias ao Minuto

07:16 - 18/03/24 por Rodrigo Querido

Desporto Análise

Estava no banco a solução do Benfica para vencer no domingo em Rio Maior. Depois de novas dificuldades no ataque organizado, teve de ser Arthur Cabral a saltar do banco de suplentes para encarrilhar o clube da Luz para a vitória diante do Casa Pia.

Um golo tardio e solitário do avançado brasileiro disfarçou os grandes problemas que os campeões em título tiveram na viagem até ao distrito de Santarém. Os gansos deixaram vários avisos aos encarnados na primeira parte, mas a eficácia não esteve com os homens de Gonçalo Santos. Se a bola tivesse entrado nos lances de Larrazabal, Felippe Cardoso ou de Pablo Roberto, a história podia ser outra...

Depois de uma primeira parte muito pobre, em que as melhores oportunidades foram dos gansos, um toque de magia de Arthur Cabral foi a 'cola' que o Benfica necessitou para somar a terceira vitória seguida e minimizar os danos que o 'terramoto' Kokçu provocou antes do apito inicial.

Quebrada a resistência dos casapianos, o Benfica cresceu no encontro e Arthur Cabral esteve à beira de bisar. O Casa Pia, no entanto, não baixava os braços à procura de um ponto. No entanto, e à semelhança do que tinha acontecido na Escócia, os homens de Roger Schmidt demonstraram a maturidade defensiva para segurarem os três pontos.

Mas vamos às notas desta partida:

Figura

Arthur Cabral foi a solução de Schmidt para as dores de cabeça que o Casa Pia estava a provocar. Saiu do banco com pouco mais de meia hora para jogar e precisou de menos de 15 minutos em campo para selar a vitória da sua equipa. A entrada mudou por completo o paradigma ofensivos dos encarnados.

Surpresa

Leonardo Lelo foi uma das grandes figuras nos melhores momentos do Casa Pia. Teve várias investidas a nível ofensivo que provocaram calafrios ao Benfica.

Desilusão

Felippe Cardoso destacou-se no arranque do encontro com uma ocasião que quase deu em golo, mas foi desaparecendo ao longo do encontro.

Treinadores

Gonçalo Santos:

Exibição de encher o olho dos gansos. A formação de Pina Manique continua a mostrar que é um osso duro de roer e mudo se deve à promoção de Gonçalo Santos ao cargo de técnico da equipa principal. Os lisboetas podiam ter saído do encontro com outro resultado se se tivessem encontrado com a eficácia.

Roger Schmidt:

Acertou em campo quando mexeu na equipa em cima da hora de jogo. Mas não foi apenas a entrada em campo de Arthur Cabral que agitou o encontro. Schmidt acertou em cheio nas substituições, prescindindo de Florentino e Marcos Leonardo, para lançar David Neres e Arthur Cabral. E foram os dois brasileiros os principais dinamizadores do ataque das águias até ao apito final. Ainda assim, há que destacar a fraca primeira parte realizada pela equipa encarnada, sem grandes ideias a nível ofensivo.

Arbitragem

Exibição coesa da equipa de arbitragem dirigida por Cláudio Pereira. Esteve bem ao anular o golo a João Neves e acertou na maioria das decisões. Ainda assim, e para tirar as dúvidas, devia ter ido ao VAR rever o lance polémico de Aursnes.

Leia Também: 'Rei' Arthur ao salvamento de Schmidt. Benfica alcança triunfo suado

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