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As notas do PSG-Benfica: João Mário teve sangue frio para resgatar ponto

Empate foi novamente o resultado no embate entre franceses e águias. Apuramento para os oitavos de final está mais próximo e pode ser selado na próxima jornada.

As notas do PSG-Benfica: João Mário teve sangue frio para resgatar ponto
Notícias ao Minuto

08:02 - 12/10/22 por Francisco Amaral Santos

Desporto Análise

O Benfica continua invicto nesta temporada e na noite de terça-feira deu mais um passo rumo aos oitavos de final da Liga dos Campeões. As águias visitaram e arrancaram um empate na visita ao PSG (1-1), e podem já selar o apuramento para a fase seguinte na próxima jornada, altura em que recebem os italianos da Juventus. 

No Parque dos Príncipes, as águias de Schmidt foram para intervalo a perder, mas regressaram de espírito renovado para o segundo tempo e conseguiram resgatar um ponto, tal como já haviam feito há uma semana, na Luz. 

Feitas as contas, o Benfica encontra-se, à entrada para a 5.ª jornada da fase de grupos da Liga dos Campeões, com oito pontos, mais cinco do que a Juventus, e em igualdade pontual com o PSG. Além disso, elevou para 17 jogos sem conhecer o sabor da derrota: 14 vitórias e três empates. 

Mas vamos aos protagonistas. 

A figura

Depois de uma ponta final de temporada para esquecer em 2021/22 seria difícil imaginar que João Mário seria uma das figuras mais importantes do novo Benfica de Roger Schmidt. Assinou nova exibição competente e voltou a mostrar sangue frio na hora de converter uma grande penalidade sob alta pressão. Primeiro em Turim e depois em Paris. Fundamental nesta boa campanha do Benfica na Liga dos Campeões. 

A surpresa 

António Silva ficou diretamente ligado ao golo do PSG, por ter cometido a falta sobre Bernat que se tornou na grande penalidade transformada em golo por Mbappé, mas não se deixou afetar por tal momento negativo. Parou, respirou e conseguiu recuperar o nível de concentração para assinar uma exibição positiva e segura. Também é a partir destes momentos que os jovens jogadores podem crescer. 

A desilusão 

Neymar conseguiu arrancar aplausos das bancadas, graças às fintas vistosas que, no fim de contas, não trouxeram resultados práticos para quem queria vencer o jogo. A sua qualidade é inegável, mas frente ao Benfica voltou a ser pouco efetivo e raramente conseguiu criar lances de perigo na noite de ontem. 

Os treinadores 

Christophe Galtier

O PSG perde capacidade de quebrar linhas na ausência de Lionel Messi e a abordagem do campeão francês foi mais do previsível. Fica sempre a sensação que uma equipa com jogadores deste calibre deve jogar muito mais daquilo que joga, sendo que a primeira parte foi mais bem conseguida do que a segunda.  

Roger Schmidt

Sem David Neres, o treinador do Benfica optou por lançar Fredrik Aursnes e reforçar o meio-campo para travar o ímpeto ofensivo do PSG. A estratégia acabou por ter alguns resultados visíveis e o principal objetivo, que era pontuar, acabou por ser alcançado.

O árbitro 

O árbitro inglês Michael Oliver teve uma noite algo agitada, mas decidiu quase sempre bem, seja no critério aplicado nas grandes penalidades, seja pela forma como foi segurando o nível de agressividade com a gestão dos cartões amarelos. 

Leia Também: A festa dos adeptos do Benfica após o empate na visita ao PSG

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