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A origem do pesadelo estava no banco: As notas do Sp. Braga-St. Gilloise

Gustaf Nilsson saltou do banco aos 83 minutos para marcar os dois golos que selaram o triunfo belga na Pedreira.

A origem do pesadelo estava no banco: As notas do Sp. Braga-St. Gilloise

Depois do Club Brugges gelar o Estádio do Dragão e vencer o FC Porto, por 0-4, eis que uma nova equipa belga voltou a fazer estragos em solo nacional. O St. Gilloise venceu, esta quinta-feira, o Sporting de Braga, por 2-1, num duelo relativo à 3.ª jornada da Liga Europa. Um resultado que isola os belgas na liderança  do grupo com nove pontos, mais três do que o conjunto minhoto.

A primeira parte dos pupilos de Artur Jorge foi amorfa e a baixa velocidade e, dessa forma, o St. Gilloise não se fez rogado, protagonizando vários calafrios à baliza de Matheus: uma bola à barra e dois golos anulados, tudo em apenas 45 anos. Na etapa inicial o melhor que o Sporting de Braga conseguiu foi (apenas e só) um remate de Racic. 

Na etapa complementar, os minhotos aceleraram e entraram praticamente a vencer com um golo de Abel Ruiz. O Sp. Braga esteve perto de dilatar o marcador, mas por mérito de Moris o resultado mantinha-se ligado à corrente. Desligada e muitas vezes lenta estava a defesa do Sp. Braga que se colocou a jeito para o valente ‘murro’ sueco, neste caso duplo murro, protagonizado por Gustaf Nilsson.

Vamos então às notas de destaque desta partida:

Figura 

Gustaf Nilsson deu nome ao maior pesadelo do Sporting de Braga desta quinta-feira. O avançado sueco entrou aos 83 minutos e, no espaço de dez minutos, concretizou os dois golos que selaram a cambalhota do St. Gilloise na partida.

Surpresa

Anthony Morris manteve o St. Gilloise a perder pela margem mínima até aos instantes finais do tempo regulamentar, e muito se deveu ao guardião do conjunto belga que, entre as seis defesas que efetuou ao longo do encontro, concretizou três paradas de dificuldade acentuada.

Desilusão

Vítor Tormena teve uma noite para esquecer e perdeu vários duelos para os belgas, não ficando inclusive isento de culpas nos golos sofridos nos instantes finais do encontro.

Treinadores

Artur Jorge deu quase 45 minutos de avanço ao St. Gilloise. A equipa, à semelhança do jogo no Dragão, entrou com mudanças reduzidas na ‘caixa de velocidades’ e até saiu ao intervalo com um resultado (0-0) melhor que a exibição. Na etapa complementar, o técnico do conjunto minhoto conseguiu corrigir o chip psicológico da equipa, porém não teve ‘armas’ para estancar a hemorragia no setor defensivo do Sp. Braga.

Karel Geraerts entrou destemido em Braga e na primeira parte viu a sua equipa ter dois golos anulados. Foi capaz de anestesiar os arsenalistas durante largos minutos e guardou a ‘arma letal’ para os 10 minutos finais. Sai de Braga com um ‘presente gordo’, também com algum demérito do rival.

Árbitro da partida

A árbitra francesa Stéphanie Frappart conseguiu passar à margem do encontro e esteve quase sempre acertada, seja no critério técnico como no disciplinar.

Leia Também: "O St. Gilloise jogou para o ponto e conseguiu os três pontos"

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