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'Alexander, o Grande': As notas do Casa Pia-Benfica

Entrada de Alexander Bah, no início da segunda parte, mostrou-se determinante para a mudança do rumo dos acontecimentos em Leira.

'Alexander, o Grande': As notas do Casa Pia-Benfica

O Benfica venceu o Casa Pia, por 1-0, este sábado, no Estádio Dr. Magalhães Pessoa, num duelo relativo à 2.ª jornada da I Liga.

As águias continuam encarriladas de triunfo a triunfo, mas desta feita tiveram de suar para levar de vencidos os gansos e apenas Gonçalo Ramos, já na etapa complementar, foi capaz de furar a muito bem montada muralha do conjunto primodivisonário.

Na primeira parte, poucas ocasiões de golo vimos de um e do outro lado da barricada e, indubitavelmente, foi a pior etapa inicial da era Schmidt. Faltou rasgo, faltou chama e ideias mais esclarecidas para a águia chegar, com outra classe, à baliza de Ricardo Batista.

Na etapa complementar, a entrada de Alexander Bah mostrou-se determinante para o virar do rumo da partida e, por consequência, também as exibições de Rafa, João Mário e do próprio Gonçalo Ramos ganharam outro ímpeto.

Vamos então às notas de destaque desta partida:

Figura

Não é preciso começar o jogo no ‘onze’ para ser o melhor em campo. Alexander Bah entrou apenas nas segunda parte e as diferenças no jogo do Benfica foram notórias. O dinamarquês cobriu a vaga de Gilberto e com ele veio maior dinamismo na ala direita. Um ‘furacão’ de cruzamentos tensos e excelente na hora do desarme. Parece uma questão de tempo até o nórdico se tornar um titular indiscutível.

Surpresa

João Nunes é um jogador com outro perfume na equipa do Casa Pia. Indubitavelmente, o melhor jogador na etapa inicial. Um ‘polvo’ que conseguiu estender-se por várias zonas do terreno de jogo, sendo um central quase exímio na hora do desarme e das intercepções. Conseguiu ainda negar com um corte decisivo o golo a Gonçalo Ramos. 

Desilusão

Se Bah continua a cavalgar em bom ritmo para ocupar o lugar de defesa direito no Benfica, em sentido contrário segue Gilberto. O brasileiro somou a pior exibição na presente temporada, acabando substituído ao intervalo. Um baixo rendimento que, a suceder nos próximos jogos, pode empurra-lo a curto prazo para o banco de suplentes.

Treinadores

Filipe Martins quase colheu frutos no Municipal de Leiria. O Casa Pia foi capaz de colocar alguns calafrios ao Benfica, e a linha defensiva dos gansos, bastante bem organizada e ‘rochosa’, quase faziam a águia manter-se ‘trancada’ no nulo.

Roger Schmidt não chegou ao balneário, ao intervalo, nada satisfeito. Apesar do técnico alemão não transparecer muitas emoções, através do banco de suplentes, a verdade é que o retrato dos encarnados na primeira parte foi de uma equipa previsível, pouco acutilante e que poucas cócegas fez a um Casa Pia muito bem montado. Com Bah em campo, o Benfica cresceu e ganhou outra dinâmica, mas uma lição Schmidt tirou deste encontro. Com equipas muito bem organizadas e linhas muito fechadas atrás, quase junto à grande área, a águia terá ainda de ganhar outro músculo para romper com as defesas rivais.

Árbitro da partida

Tiago Martins quis manter o controlo da partida desde cedo e pautou-se por um critério disciplinar apertado. Vários amarelos, outros que ficaram por mostrar. Nem sempre com um critério consensual, mas o segundo amarelo a Otamendi foi bem mostrado.

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