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As notas do AS Roma-Feyenoord: Mourinho já é imortal na Cidade Eterna

A glória giallorossa chegou à boleia do novo 'imperador romano' com sangue português.

As notas do AS Roma-Feyenoord: Mourinho já é imortal na Cidade Eterna

'Ave, Mourinho'. A AS Roma pode agora saudar um treinador que lhes levou finalmente à glória continental. A final da Liga dos Campeões de 1984, perdida contra o Liverpool, e a final da Taça UEFA de 1991, na qual o Inter os derrotou, agora já fazem parte da história.

O treinador português colocou o passado europeu giallorosso num baú, para agora deixar todo um clube e uma massa adepta de 'sorriso rasgado'. A quinta de Mourinho, se tivermos em conta apenas as três principais provas europeias da UEFA: duas Ligas dos Campeões, duas Taças UEFA/Liga Europa e agora a Liga Conferência. Cinco em cinco e confirmou-se a tendência: Special One, ou Special Five, como preferirem, não sabe provar dissabores em finais europeias.

Mou já é imortal na Cidade Eterna. O primeiro título dos giallorossi em 14 anos traz a marca de um técnico que endureceu com metal europeu os cimentos do seu império romano. Os 'lobos' uivam com um título desde a Taça de Itália de 2008. Adeus à seca da Roma e dos títulos europeus no 'calcio': sim, desde o Inter... de Mourinho! Os nerazzurri venceram a Liga dos Campeões em 2010 e até agora nenhum clube da Serie A tinha almejado outro título.

Os neerlandeses, que regressaram a uma final europeia 20 anos depois de vencerem a Taça UEFA em casa, frente ao Dortmund, acabaram com os 'lenços' na mão. Zaniolo que, recentemente, rompeu o ligamento cruzado do joelho direito e esquerdo em 2020, marcou o golo da vitória. Uma final em que Mourinho 'voou' à boleia do 'anjo' Rui Patrício.

Mas, vamos então às notas desta partida:

Figura 

Rui Patrício assumiu-se como uma das figuras fulcrais nesta final, nomeadamente pelo punhado de boas intervenções que realizou no início da etapa complementar. A vantagem pela margem mínima apenas se 'conservou no congelador romano' com a preciosa ajuda do guardião luso.

Surpresa

Uma das grandes figuras desta final foi, indubitavelmente, Nicolò Zaniolo. Com 22 anos e 327 dias de idade tornou-se o jogador italiano mais jovem a marcar numa final de uma grande competição europeia desde Alessandro Del Piero (22 anos, 200 dias).

Desilusão

Gernot Trauner vai ter pesadelos com esta final. Não só esteve envolvido no único golo da partida, como perdeu vários duelos individuais com o avançado Tammy Abraham.

Treinadores

José Mourinho voltou a escrever mais uma página de ouro, mais um capítulo de uma longa história de sucessos. Entre várias derrotas, e um período de maior jejum, o imperador voltou a renascer das cinzas e a provar ao mundo que os seus êxitos longe estavam de ser uma situação de um passado longínquo. 

Arne Slot não teve uma primeira parte de 'grande colheita', mas a mensagem que passou ao intervalo permitiu ao Feyenoord entrar com outro ímpeto na etapa complementar. O empate podia ter surgido logo nos minutos iniciais da segunda parte, porém nem os 'postes' nem Rui Patrício permitiram ao conjunto de Roterdão reentrar na final de Tirana.

Árbitro da partida

O romeno István Kovács passou quase desapercebido. Sem criar grandes polémicas adoptou uma política de 'deixar jogar', recorrendo ao cartão apenas quando era extremamente necessário.

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