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Darwin abriu a mão para o recorde de Jesus: As notas do Benfica-Boavista

O internacional uruguaio bisou diante do Boavista e cimentou a liderança das águias na I Liga

Darwin abriu a mão para o recorde de Jesus: As notas do Benfica-Boavista

Dizem que à meia dúzia sai mais barato e a verdade é que o Benfica já 'empacotou' seis vitórias neste arranque de campeonato, o que mantém os encarnados com quatro pontos de vantagem sobre os mais diretos rivais: Sporting e FC Porto.

É a sétima vez que tal sucede, a última das quais já no longínquo arranque de 1982/83, sendo que esta é a primeira vez que um técnico luso alcança tal feito no bastião das águias. 

Outra curiosidade:  o Benfica foi campeão em cinco dessas seis ocasiões, com a única exceção a remontar a 1951/52, época que coroou o Sporting.

Mas, deixemos os dados estatísticos de lado e regressemos à noite desta segunda-feira, onde o Benfica se impôs sobre um Boavista, quase sempre de cabeça levantada. O triunfo (por 3-1) das águias raramente esteve ameaçado, porém longe esteve a pantera de ser 'felino enjaulado' sem manifestação de corpo presente. A pantera mostrou as garras, nomeadamente por Sauer, pressionou alto e nunca se rendeu perante a desvantagem do marcador.

Do outro lado da barricada emergiu um acertado Darwin, um sempre destemido Yaremchuk, o 'comandante' Otamendi e o cérebro de serviço João Mário. A Luz brindou (e gritou) com o bis do internacional uruguaio e a cabeçada triunfal por Weigl, e nos instantes finais apenas o quarentão Bracali evitou males maiores à baliza axadrezada.

Mas vamos então às notas destas partida:

Figura

Darwin Nuñez bisou pela quarta vez desde que chegou à Luz e rubricou, na noite de ontem, uma exibição de gala com dois remates certeiros em três enquadrados à baliza de Bracali.

Surpresa

Gustavo Sauer foi a grande chama ofensiva no meio-campo das águias. Além do golaço que marcou, assustou ainda Vlachodimos em mais um par de ocasiões. Além do que operou a nível de 'disparos' à baliza rival, apresentou também um 'pulmão gigantesco' na hora de recuperar a bola no reduto adversário.

Desilusão

Nathan assinou uma exibição para nunca mais recordar. Com responsabilidades no primeiro e no terceiro golos sofridos pelo Boavista, o brasileiro foi 'peixe' demasiado fácil para anzol encarnado tão agressivo. 

Treinadores

Jorge Jesus apresentou o melhor onze no ataque aos três pontos. Sem realizar uma exibição de gala, Jesus só tem razões para ficar feliz após o apito final. O 'ferrari' começa a ganhar voltagem e Jesus já entrou na história das águias por ser o primeiro treinador português a vencer as seis primeiras jornadas do campeonato, afinal nas seis anteriores o Benfica estava sob a batuta de um técnico estrangeiro.

João Pedro Sousa

O Boavista apresentou-se na Luz destemido a levar pontos. E esta afirmação passou da teoria à prática, afinal, os axadrezados sempre que estiveram em desvantagem nunca desistiram de fazer pressão alta e procurar outro resultado. Nos minutos finais perdeu-se a crença que se manteve até bem perto do soar do gongo, porém a pantera sai do bastião das águias de cabeça levantada.

Árbitro da partida

Hugo Miguel não apresentou erros de maior envergadura, mas nem sempre esteve bem na hora de exibir o cartão amarelo. Na etapa complementar perdeu o critério e errou várias vezes no critério disciplinar.

Leia Também: "Tentámos ser corajosos e ambiciosos, mas falhámos"

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