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"O estádio chamar-se Estádio da Luz e apagarem-te a luz é algo que marca"

Antigo médio do FC Porto recorda festa do título em casa do rival.

"O estádio chamar-se Estádio da Luz e apagarem-te a luz é algo que marca"

Fernando Reges, antigo jogador do FC Porto, recordou os tempos em que vestiu a camisola azul e branca e apontou a festa do título em casa do rival Benfica como um dos momentos inesquecíveis na carreira. O agora médio do Sevilla esteve à conversa nos canais oficiais dos dragões e ainda abordou a emoção de regressar ao Dragão na condição de jogador adversário. 

"Todos os jogos foram marcantes, mas este, por termos conseguido um título na Luz, foi marcante. Nesse ano também conseguimos uma reviravolta na Taça de Portugal. Estamos muito felizes por ter feito parte dessa história linda que o FC Porto escreveu. Foram muitos jogos que tive, mas esse marcou-me muito. O estádio chamar-se Estádio da Luz e apagarem-te a luz é algo que te marca", começou por dizer Fernando, prosseguindo. 

"Tive oportunidade de jogar contra o FC Porto pelo Galatasaray e a verdade é que o meu treinador percebeu que estava um pouco emocionado. Dizia-me que não sabia se me ia colocar a jogar e eu tive de lhe dizer que tinha uma relação muito forte, que quando chegasse ao Dragão as pessoas me iam abraçar e que ia ser especial, mas que jogava no Galatasaray e teria de fazer as coisas bem feitas. Tentei não me emocionar e não transparecer isso. Não sei se o treinador fez de propósito ou não, porque não era normal ele me tirar dos jogos, mas nesse jogo ele tirou-me. O Dragão começou a aplaudir-me e tentei não me emocionar, porque a torcida do Gala é muito grande e ia cobrar-me. Bati palmas de forma mais discreta, mas a emoção foi muito grande", explicou o médio brasileiro de 32 anos. 

Fernando não esquece o trabalho de Jesualdo Ferreira e diz mesmo que o treinador português foi essencial no seu desenvolvimento enquanto jogador. 

"Foi um trabalho contínuo e, principalmente, ter tido Jesualdo [Ferreira] como treinador. Foi uma pessoa que me ensinou bastante, porque eu vinha da escola brasileira, em que se trabalha muito a técnica, drible e assim, mas ele ensinou-me a posicionar-me dentro de campo e a estar perto do adversário, para poder roubar bolas. Eu, o Fucile ou o Falcao vão dizer a mesma coisa", frisou. 

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