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"Estava num restaurante quando o meu agente me disse que ia para Paris"

Médio do Lille mostra-se satisfeito com as exibições ao serviço do emblema francês, e aponta como prioridade o regresso à Seleção Nacional.

"Estava num restaurante quando o meu agente me disse que ia para Paris"

Renato Sanches concedeu uma longa entrevista ao jornal francês L'Équipe onde passa em revista os maus momentos que já passou na carreira profissional, nomeadamente o empréstimo ao Swansea e a passagem pelo Bayern Munique.

O médio português considera que essa fase negativa já lá vai e olha agora para o regresso à Seleção Nacional, pela qual foi campeão europeu em 2016.

"Eu vim para o Lille porque tenho objetivos e um deles é regressar à Seleção. Não é ir lá uma vez e falhar a convocatória seguinte. Não. Eu quero mesmo estar lá. Quero fazer parte deste grupo", afirmou Renato Sanches, antes de recordar uma conversa com Fernando Santos.

"Falei com o selecionador Fernando Santos antes de ir para o Swansea. Estava no balneário com a seleção sub-21, ele chamou-me e disse: 'Tu precisas de jogar. Se queres estar aqui neste grupo tens que jogar.' O mister é muito boa pessoa, porque é honesto contigo e diz-te as coisas na cara. Depois acabei por não jogar tanto como queria e fiquei triste por não ir à Seleção. Mas acho que este ano vou lá estar, pelo menos trabalho para isso", sublinhou.

O médio do Lille recordou ainda esteve muito perto de rumar ao Paris Saint-Germain no verão de 2018, numa altura em que era pouco utilizado no Bayern Munique.

"Falei com o Antero [Henrique]. Ele falou com meu agente, o Jorge [Mendes]. Estava tudo combinado. Lembro-me que estava num restaurante quando o meu agente me ligou e disse: 'Amanhã vais para Paris'. Eu digo ok e quando chego a casa faço as malas. E no dia seguinte, durante o treino, o meu treinador [Niko Kovac] diz-me. 'Não te vais embora'. Eu acabei por ficar. E não joguei...", relembrou.

Focado em ter sucesso no Lille, clube ao serviço do qual leva três golos em 27 presenças, Renato Sanches mostra-se confiante e espera mostrar o melhor de si no emblema gaulês.

"Agora é a minha hora. A hora da vingança e de mostrar bom futebol às pessoas", atirou, acrescentando: "Jogo não apenas por mim, mas pela minha família, que sempre me ajudou muito. Tenho irmãos jovens e também um sobrinho. Eles jogam futebol e eu quero ser um exemplo para eles".

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