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"Encarámos o último dérbi como uma final. Este é diferente"

Apesar da categórica exibição no triunfo por 4-2 sobre o Sporting, no passado domingo, Bruno Lage lembra que os leões irão tentar "dar uma imagem diferente".

"Encarámos o último dérbi como uma final. Este é diferente"
Notícias ao Minuto

13:57 - 05/02/19 por Notícias Ao Minuto 

Desporto Bruno Lage

Bruno Lage garantiu, esta terça-feira, que não será um Benfica "deslumbrado" aquele que se irá apresentar no estádio da Luz para enfrentar o Sporting, em partida referente à primeira mão das meias-finais da Taça de Portugal. Em conferência de imprensa realizada no centro de treinos do Seixal, o treinador encarnado abordou, ainda, de forma curiosa o entusiasmo criado em torno de João Félix.

Dérbi mais cauteloso do que em Alvalade: Ainda não sei. Vai ser um jogo diferente. Encarámos o último como uma final, porque no campeonato não tínhamos manobra para perder pontos. Este é diferente. É mais um dérbi, dias depois de outro dérbi, mas que não é decisivo. A decisão vai ser encontrada mais à frente.

Equipa deslumbrada com vitória: Foi um jogo muito difícil e competitivo, que acabou por sorrir-nos a vitória com um resultado muito bom fruto do nosso trabalho. Fruto de 90 minutos de qualidade. Acredito que seja um jogo diferente. O mais importante é manter o equilíbrio. Nas derrotas, como contra o FC Porto, não ficámos muito preocupados e olhámos para o nosso desempenho para continuar a trabalhar. Ficámos felizes pelo resultado contra o Sporting, mas voltámos a fazer a análise do jogo e há muito trabalho a fazer. Sinto confiança, qualidade, um jogo coletivo dentro das nossas ideias, e isso dá-nos alguma tranquilidade. Há uma coisas que tenho em mim desde cedo. Coloco em mim uma enorme pressão sobre o meu trabalho e sobre o que quero controlar. As coisas externas não me afetam tanto.

Sporting mais desgastado: O facto deste novo jogo surgir num espaço de três dias é uma oportunidade para as duas equipas. O Sporting tem oportunidade de dar uma imagem diferente. Não nos podemos esquecer de que, há 15 dias, foi considerado o campeão de inverno. Pela grandeza que tem e pelo que tem sido a época, é um adversário muito difícil. Para nós é oportunidade de dar continuidade ao nosso trabalho. Não me distraio com outras coisas. A nossa forma de estar é olhar para o que foi o jogo e continuar a evoluir. Vamos sair de um jogo e entrar no outro sem treinar. É como estarmos a estudar, fazermos um exame e, sem poder estudar, fazer outro. Temos que arranjar estratégias. Quando estás numa fase em que tentas implementar ideias novas, tens que treinar para evoluir. É um desafio muito interessante. Estamos muito satisfeito porque as coisas têm-se desenrolado.

Fejsa e Jonas de fora: Sim.

Mexer na equipa: É um mês de trabalho para conhecer os jogadores e como recuperam. Trabalhamos a intensidade, mas há diferença entre jogadores e intervalos entre jogos. Temos um dia e meio de intervalo. É muito cedo para ter uma avaliação. Vamos apresentar uma equipa competitiva, determinada e capaz de cumprir a nossa estratégia para o jogo.

Maior eficácia nas bolas paradas: Temos tentado aproveitar ao máximo tudo aquilo que é o treino. Na nossa equipa técnica, sou o treinador principal e é sobre mim que caem as últimas decisões, mas cada pessoa tem bem definido o que é a sua tarefa. Tem sido um trabalho enorme do Nélson Veríssimo, do Alexandre Silva, com o mister Pietra. O tempo é curto, as coisas que temos que treinar são tantas, que está bem definido o que cada um tem que fazer. Também se diz que somos uma equipa mais competente na transição defensiva… Às vezes só ler os cabeçalhos passa a ideia de que o Benfica é uma equipa de transições, mas não. Queremos ter bola, queremos construir a partir de trás. Uma equipa só consegue ser mais equipa tendo mais posse de bola. Mas há a base disto tudo. E o momento em que perdemos a bola? Queremos ter bola, porreiro. E quando perdemos? Não há equipa no mundo que queria ter bola e tenha uma transição defensiva fraca. É nisso que temos trabalhado.

João Félix: Fartei-me de rir quando vi a capa de um jornal, porque recordei-me de um episódio com o meu filho Jaime, que tem três anos. Não sei se vê o Canal Panda, mas quando cheguei ele estava a ver e estava a dar o Super Wings, é uns desenhos animados. Perguntei-lhe se estava a ver os Super Wings, e ele disse ‘Não pai, agora é o Super Wings equipa. Sim, agora têm todos que trabalhar em equipa’. Agora, estão a educar os miúdos de 3 anos em que nada se faz sozinho. É nisso que acredito. O João Félix tem a qualidade que tem se trabalhar em equipa, assim como o Bruno Lage. Temos que estar ligados uns aos outros para funcionar em equipa. É o meu ponto-base para trabalhar.

Um mês no comando da equipa principal: Vejo uma transição defensiva forte… Mas também vi o Benfica fazer isso no início da época, com dois meses fantásticos. Recordo do jogo fantástico com o Borussia. Mas as equipas vão tendo momentos. Trabalhando num clube que joga de três em três dias, ao longo das épocas vão havendo momentos positivos e negativos. Há que ter capacidade de superação. Seja em que equipa for, uma equipa que não treine perde coisas. Não há hipótese.

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