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Imobiliário: Capital para investir cai, mas mercado residencial sobrevive

O novo capital para investir em imobiliário segue em queda. Ainda assim, o segmento residencial parece manter-se no mercado como a opção prioritária por investimentos, revelam dados divulgados pela PERE.

Imobiliário: Capital para investir cai, mas mercado residencial sobrevive

O novo capital para investir em imobiliário mantém-se em queda, depois de uma descida de 32% em 2020, o 1º trimestre de 2021 registou nova quebra face a período idêntico de 2020, revela o Consultor em Finanças Imobiliárias, Gonçalo Rodrigues, na Out of the Box, de acordo com os dados divulgados pela PERE. Em contrapartida, o segmento residencial mostra ser a opção prioritária por investimentos.

Os dados mostram que houve menos veículos de investimento a serem constituídos. No entanto, o valor médio angariado por cada veículo subiu substancialmente.

Durante os primeiros três meses deste ano, os veículos constituídos angariaram, em média, um valor muito próximo dos 800 milhões dólares americanos, bem acima da média registada em 2020 que se situou abaixo dos USD 600 milhões.

As estratégias continuam a ser as preferidas pelos investidores, refere o autor, sendo que dos 42 fundos fechados entre janeiro e março deste ano, a maior parte do dinheiro angariado direciona-se a investimentos do estilo oportunista e value-add. 

Mercado residencial sobrevive à queda

De acordo com os dados da PERE, Outra preferência que parece manter-se no mercado é a opção prioritária por investimentos no segmento residencial, afirma Gonçalo Rodrigues. 57% do capital levantado no mercado direciona-se ao investimento em habitação, com o segmento de logística a levar 32%. Escritórios ficaram-se apenas com 12% do total.

Dos veículos de investimento atualmente no mercado com capital disponível para investir, a maior parte será alocada no continente americano. Menos de 30% será alocada na Europa e Ásia-Pacífico levará pouco mais de 10%.

Mais cautela no mercado

Durante o 1º trimestre de 2021, os investidores ativos no mercado e com capital para investir optaram mais por esperar e não alocar já o dinheiro disponível.

Especificamente em março, houve uma quebra na preferência por investimentos, apesar dos novos veículos constituídos até então estarem mais orientados para esse tipo de estratégias. Quanto a segmentos de mercado, mantém-se a preferência por residencial e logística.

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