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Não há nada sobre a Tecnoforma no IRS de Passos

A declaração de IRS de Passos Coelho chegou ao jornal i, que revela que nada foi declarado, durante a VII Legislatura, altura em que foi deputado em regime de exclusividade.

Não há nada sobre a Tecnoforma no IRS de Passos
Notícias ao Minuto

08:01 - 26/09/14 por Notícias Ao Minuto

Política Casos

Passos Coelho não declarou qualquer valor proveniente da Tecnoforma entre 1996 e 1999, período em que estaria como deputado, em regime de exclusividade. A dúvida é saber se houve ou não alguma remuneração proveniente da empresa. Hoje o primeiro-ministro deverá ser questionado sobre esta questão, no debate quinzenal.

Os dados são revelados pelo jornal i, que dá conta de que, em 1996, 1997 e 1998, Passos Coelho declarou apenas rendimentos da categoria A, ou seja, de trabalho dependente, auferindo cerca de 40.500 euros, 42.000 euros e 43.000 euros, respetivamente.

Em 1999, adianta o mesmo jornal, o primeiro-ministro terá declarado também como rendimento de categoria A cerca de 2 mil euros provenientes da Câmara Municipal da Amadora e, na categoria B, referente à prestação de serviços, outros 3.117 euros, provenientes de colaborações com a imprensa, no caso com o entretanto extinto semanário Independente.

Não há, portanto, nas informações fiscais, nada que aponte para o que a denúncia anónima divulgou: que Passos Coelho terá recebido rendimentos de cinco mil euros mês, num total de 150 mil euros, enquanto foi deputado em regime de exclusividade.

A folha de IRS parece compensar assim a falta de memória de Passos Coelho em relação aos rendimentos de então. Mas esta sexta-feira, no debate quinzenal no Parlamento, o governante deverá ser questionado sobre se de facto recebeu algum montante da Tecnoforma que não tenha sido declarado ou de alguma entidade relacionada com a empresa, durante o período em que foi deputado.

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