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"Votar ou não votar não é indiferente", sublinha António Costa

Secretário-geral do PS está esta manhã em Leiria, para contactos com a população, seguindo depois para a Marinha Grande, onde vai visitar a fábrica Iberomoldes.

"Votar ou não votar não é indiferente", sublinha António Costa
Notícias ao Minuto

11:20 - 22/01/22 por Marta Ferreira com Lusa

Política Eleições antecipadas

O primeiro-ministro e secretário-geral do PS, António Costa, disse este sábado, à margem da campanha que está a realizar em Leiria, que "votar ou não votar não é indiferente", sublinhando que existem duas grandes diferenças entre o PS e o PSD. 

Costa voltou a sublinhar que, ao contrário da Direita, os socialistas querem manter os aumentos salariais e reduzir os impostos sobre as famílias. Essa é a diferença, salienta o socialista, entre os dois favoritos que reúnem a maior percentagem de intenções de voto, de acordo com as recentes sondagens.

"Durante muitos anos a direita disse sempre que era preciso baixar salários, cortar pensões, aumentar impostos para que a economia florescesse. Como todos nos recordamos foi um desastre",  enfatizou o primeiro-ministro.

"Aquilo que permitiu virarmos a pagina da estagnação e voltarmos a crescer acima da média europeia foi aumentarmos salários, baixar os impostos sobre as famílias e devolver confiança e esperança às pessoas no futuro", apontou ainda. 

O secretário-geral socialista dirigiu-se aos indecisos sobre as diferenças entre PS e PSD nos salários e impostos, secundarizando a questão da maioria absoluta.

"A questão não é saber se há ou não maioria, mas que política nós queremos para o país, o que desejamos para a nossa vida a seguir às eleições", declarou António Costa.

O secretário-geral do PS abordou ainda a importância de criar condições para que os jovens não emigrem e permaneçam no nosso país. 

"Temos de criar condições para que estes jovens tenham maior rendimento disponível", apontou referindo que para isso foi criado o IRS jovem, de modo a que os que começam vida agora consigam rendimento para tal. 

"Basta ouvir o que a direita diz, Rui Rio já disse que é contra a subida do salário mínimo nacional, é contra a descida do IRS, talvez lá para 2025 ou 2026", acrescentou também. 

Numa manhã de sol, numa cidade que já foi um bastião eleitoral do PSD, mas em que a Câmara é agora socialista, António Costa pisou terrenos que conhece bem. O atual secretário-geral do PS foi cabeça de lista por este círculo nas eleições legislativas de 2002, sob a liderança de Ferro Rodrigues.

Ao longo de uma hora, o líder socialista teve sempre ao seu lado o "número um" da lista do PS pelo círculo eleitoral de Leiria, o secretário de Estado da Saúde, António Lacerda Sales -- uma das caras mais mediáticas nestes dois últimos anos de luta contra a pandemia da covid-19.

Acompanhado pela sua mulher, Fernanda Tadeu, e pelo presidente da Câmara de Leiria, Gonçalo Lopes, António Costa entrou num talho e falou ao proprietário que o Orçamento do Estado para 2022, que foi chumbado no parlamento, prevê o fim do pagamento especial de conta -- e essa, apontou, é uma das suas medidas prioritárias.

Leia Também: Depois de Zé Albino, é a vez do gato Mikas 'picar' o PS

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