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Líder do CDS acusa PS de "transformar o Estado num buffet para os amigos"

O presidente do CDS acusou hoje os socialistas de estarem a "transformar o Estado num 'buffet'" para os amigos e destacou o apelo do Presidente da República para que os apoios europeus não sirvam para "benesses para alguns".

Líder do CDS acusa PS de "transformar o Estado num buffet para os amigos"

Francisco Rodrigues dos Santos, que hoje participou num protesto de aficionados em frente à praça de toiros de Santarém, destacou o apelo feito por Marcelo Rebelo de Sousa, nas comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, para que os apoios europeus que o país vai receber sirvam para reconstruir o tecido social e não para "benesses para alguns".

"Este é um ponto de situação que temos de fazer no nosso país. Numa altura em que o partido socialista está a transformar o Estado num 'buffet' para os seus amigos e os seus 'boys' comerem à mesa do orçamento e onde basta ter um cartão de militante do PS para se ter um lugarzinho sossegado e com muitas mordomias e luxos pago pelo dinheiro de todos os contribuintes", declarou.

Rodrigues dos Santos referiu-se, em particular, à escolha de Pedro Adão e Silva para presidir à comissão executiva das comemorações dos 50 anos do 25 de Abril de 1974, sublinhando que, "se a escolha fosse feliz", este "jamais aceitaria este luxo, esta mordomia de quase um Ministério que lhe foi entregue, que se estende mais dois anos para além da data das comemorações".

"Há um 'estadão' que o Partido Socialista transformou no 'socialistão', que indigna os portugueses e cria enormes desigualdades sociais", disse, afirmando que todos sabem qual "a tradição do PS na gestão dos fundos europeus (...), a fraude, o favorecimento das suas clientelas, o desperdício dos fundos e o atraso consecutivo da economia" do país.

Sobre o protesto que hoje reuniu várias centenas de pessoas em frente à Monumental Celestino Graça, em Santarém, Francisco Rodrigues dos Santos afirmou ser preciso "lutar em Portugal por um clima de liberdade, onde cada um pode seguir a sua cultura, as suas tradições sem ser perseguido e alvo de preconceito por parte de quem está no Governo".

Sublinhando que a tauromaquia "está inscrita na legislação enquanto arte performativa que tem raízes profundas na sociedade e encerra um conjunto de valores e de tradições", o presidente do CDS afirmou que a "ditadura do gosto que a ministra da Cultura vem perseguindo" deve ter "um ponto final"

"Devemos exigir respeito por aqueles que gostam da tauromaquia e são muitos portugueses", disse, apontando vários exemplos de discriminação, o último dos quais a exigência a todos os que já tinham comprado bilhete para os espetáculos em Santarém de "terem de arranjar um teste negativo em 24 horas, o que inviabilizou a realização das corridas".

Leia Também: Líder do CDS destaca, "com orgulho", melhoria das finanças do partido

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