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PSD questiona exclusão de dependentes por doença mental da 2.ª fase

O PSD questionou o Governo sobre as razões da não inclusão dos dependentes por doença mental maiores de 16 anos e não institucionalizados na 2.ª fase do plano de vacinação, perguntando se ainda pondera rever essa decisão.

PSD questiona exclusão de dependentes por doença mental da 2.ª fase
Notícias ao Minuto

17:15 - 22/02/21 por Lusa

Política Covid-19

"Que argumentos sustentaram a decisão de não incluir as patologias associadas a deficiência mental incapacitante na lista de comorbidades a vacinar na 2.ª fase de vacinação?", questionam os deputados do PSD, no requerimento dirigido à ministra da Saúde e hoje divulgado.

Os sociais-democratas querem ainda saber se, "face à evidência científica existente e à boa prática dos países vizinhos", o executivo ainda pondera incluir nessa fase os portadores de deficiência mental incapacitante, maiores de 16 anos, não institucionalizados.

"A verificar-se essa inclusão, pondera o governo vacinar igualmente os portadores do estatuto de cuidador informal que tenham a cargo doentes com estas patologias?", perguntam ainda.

O requerimento, assinado à cabeça pelo vice-presidente da bancada e médico Ricardo Baptista Leite, surge na sequência de contactos dos deputados sociais-democratas com associações que representam estes doentes, salientando que, em países com Espanha e França, "estão a ser vacinados antes dos mais idosos".

"A pretensão destas entidades é que sejam consideradas, pelo menos, na segunda fase de vacinação, os portadores de doenças que originem incapacidade mental e que forcem situações de total dependência, sendo estas comorbidades adicionadas à atual lista de patologias. Sugere-se a vacinação de todas as pessoas maiores de 16 anos, portadores destas doenças, não institucionalizadas, bem como os seus cuidadores, portadores do estatuto de cuidador informal", referem.

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 2.466.453 mortos no mundo, resultantes de mais de 111 milhões de casos de infeção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 16.023 pessoas dos 798.074 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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