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"Quem se amedronta com o candidato do fascismo faz-lhe um imenso favor"

O deputado do BE José Manuel Pureza defendeu hoje que "quem se amedronta com o candidato do fascismo faz-lhe um imenso favor", criticando ainda "quem deserta desta campanha para escancaradamente apoiar Marcelo Rebelo de Sousa".

"Quem se amedronta com o candidato do fascismo faz-lhe um imenso favor"
Notícias ao Minuto

21:46 - 16/01/21 por Lusa

Política Presidenciais

Amigo de "uma data de vidas" da candidata presidencial apoiada pelo BE, José Manuel Pureza juntou-se hoje ao comício virtual, transmitido desde Viseu, e terminou de uma forma pouco usual o seu discurso: a passar bâton vermelho nos lábios e assumindo a "frontalidade contra o medo".

Os insultos do presidente do Chega, André Ventura, que disse que Marisa Matias "pinta os lábios como se fosse uma coisa de brincar", geraram uma onda de solidariedade - a que se juntou até a sua opositora Ana Gomes - e que hoje esteve também presente na intervenção do escritor José Luís Peixoto, que explicou que não pintou os lábios porque não encontrou nenhum bâton.

"A Marisa é a candidata contra o medo. Contra os medos da intimidação boçal e rasca. Essa boçalidade e rasquice são farronca que esconde o medo quase infantil que o candidato do fascismo tem das mulheres, da sua liberdade e da sua autonomia", criticou Pureza.

Para o bloquista, "quem se amedronta com o candidato do fascismo faz-lhe um imenso favor" e "visivelmente a Marisa amedronta o candidato do fascismo".

"O que é mais importante nesta disputa eleitoral é a força que vai ter quem não tem medo de enfrentar os medos impostos pelos de sempre. Em Marcelo Rebelo de Sousa o medo de enfrentar a banca, o patronato, os grupos privados na saúde, tem um porta-voz político esmeradíssimo", acusou Pureza.

No entanto, o bloquista atirou a "quem deserta desta campanha para escancaradamente apoiar Marcelo Rebelo de Sousa", numa crítica implícita ao PS.

"O país não conta com Marcelo Rebelo de Sousa para nenhum das mudanças de fundo no trabalho, na saúde ou na regulação do sistema financeiro de que precisamos para sermos um país justo", avisou.

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