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CDS/Lisboa diz que solução encontrada para escola 72 deve manter-se

A vereação do CDS-PP na Câmara de Lisboa defendeu hoje que a solução provisória encontrada para os alunos da escola básica 72 deve manter-se até ao final do ano letivo, elogiando a "proatividade" da Junta de Freguesia da Estrela.

CDS/Lisboa diz que solução encontrada para escola 72 deve manter-se
Notícias ao Minuto

18:16 - 16/09/20 por Lusa

Política CDS

Em declarações à agência Lusa após uma visita às instalações da junta, onde os alunos da escola básica 72 vão iniciar o ano letivo na quinta-feira, a vereadora centrista Assunção Cristas considerou que "este caso mostra uma capacidade de proatividade" por parte da freguesia da Estrela "que, em tempo recorde, conseguiu solucionar um problema que se estava a tornar um problema grande".

"Por outro lado, contrasta com a incapacidade de ação, a incapacidade de executar o que estava planeado por parte do executivo camarário, neste caso pela vereação responsável, mas também pelo próprio presidente da Câmara de Lisboa [Fernando Medina]", acusou.

Em 03 de setembro, o presidente da Junta de Freguesia da Estrela, Luís Newton (PSD), acusou a Câmara de Lisboa (liderada pelo PS) de "inoperância" na gestão das instalações transitórias da escola básica 72, disponibilizando instalações para "receber de forma extraordinária os alunos" no início do ano letivo.

"Não podia ficar impávido e sereno quando sou confrontado, sem ser consultado, com a possibilidade de as crianças irem para um local longínquo", afirmou num comunicado dirigido aos encarregados de educação da escola básica 72.

A autarquia justificou, depois, que a obra para a escola provisória, no antigo Mercado do Rato, que devia estar pronta no início de setembro, sofreu um atraso na sequência de casos de covid-19 entre trabalhadores.

Apesar de ter encontrado uma solução alternativa para os alunos, a Câmara de Lisboa acabou por aceitar a proposta da Junta de Freguesia da Estrela, considerando que "garante que os alunos se mantêm juntos e dentro da freguesia".

Para Assunção Cristas, esta parece ser uma solução "bastante melhor do que aulas em contentores", pelo que, "estando a funcionar bem", deve manter-se durante todo o ano letivo.

autarca defendeu ainda que este devia ter sido "um ano para acelerar obras que estavam em curso e outras que estavam planeadas", uma vez que muitas escolas encerraram devido à pandemia de covid-19.

"Não é aceitável que, no final de agosto, ainda não houvesse uma solução para esta escola. Felizmente, houve um presidente de junta de freguesia (...) que em tempo recorde conseguiu criar muito boas condições para amanhã (quinta-feira) 178 crianças do 1.º ao 4.º ano da escola 72 da Estrela possam iniciar a sua atividade escolar em segurança e com boas condições", disse.

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