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"Se tudo fosse executado, tínhamos de agradecer a Deus pela pandemia"

Manuela Ferreira Leite comentou o Programa de Estabilização Económica e Social apresentado pelo Executivo de António Costa esta quinta-feira.

"Se tudo fosse executado, tínhamos de agradecer a Deus pela pandemia"

Manuela Ferreira Leite falou, no seu habitual comentário na TVI24, sobre o Programa de Estabilização Económica e Social que o Governo aprovou esta quinta-feira em Conselho de Ministros. "Estive a ler o plano, tem cerca de 50 páginas, e devo-lhe dizer que me arrependi de o ter lido", afirmou a ex-líder do PSD, acrescentando que se trata de "uma operação de natureza mediática". 

A também antiga ministra das Finanças prosseguiu, considerando que o Plano "não é nada em que possa acreditar ou que algum português que tenha lido aquilo possa confiar". "É uma listagem em que não há setor de atividade, não há grupo profissional, não há interesses seja de que natureza for, nada que lá não esteja".

Neste seguimento, Ferreira Leite, advogou ainda que o Plano apresentado por António Costa aos portugueses se "assemelha a um baú onde se foram buscar todas as medidas que temos ouvido falar e que agora, de repente, vão ser todas postas em execução". 

"Se tudo isto fosse executado, diria que teríamos de agradecer a Deus por termos tido uma pandemia, porque realmente o país tinha-se virado do avesso", concluiu. 

De lembrar que o documento visa fazer face aos efeitos da pandemia de Covid-19 e inclui medidas como a prorrogação automática do subsídio de desemprego e a atribuição de um abono de família extra. 

Conheça aqui os pontos essenciais do Plano de Estabilização Económica e Social.

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