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"Não foi nada feito em segredo. Temos 28 meios aéreos disponíveis"

Secretária de Estado da Administração Interna respondeu, esta segunda-feira, ao PSD.

"Não foi nada feito em segredo. Temos 28 meios aéreos disponíveis"

Em resposta à bancada parlamentar social-democrata, que exigiu, este domingo, que o Governo esclareça quantos meios aéreos estão disponíveis para os incêndios, Patrícia Gaspar, secretária de Estado da Administração Interna, garantiu, esta segunda-feira, em entrevista à SIC Notícias, que "até agora não foi feito nada em segredo" e que o Executivo não tentou ocultar "rigorosamente nada do que se está a passar".

E para deixar tudo claro, a governante reiterou que Portugal tem "neste momento, 28 meios aéreos disponíveis, face aos 37 que estavam previstos para esta fase".

"O que se passa é que existe uma providência cautelar que foi colocada relativamente ao concurso dos sete helicópteros ligeiros e esses estão de facto atrasados, não estão ainda no terreno. Estamos a tentar que este processo decorra da forma mais célere possível, para que os meios possam ficar disponíveis", justificou.

Relativamente aos dois aviões de coordenação, Patrícia Gaspar explicou que a informação que tem "é que nos próximos dias os meios estarão disponíveis".

"Quanto aos dois meios de coordenação, a perspetiva é bastante animadora e, em princípio, a situação fica resolvida esta semana. No que diz respeito aos sete helicópteros ligeiros ainda não temos uma perspetiva, estamos a tentar garantir que tudo decorre com a máxima rapidez possível", esclareceu.

Questionada sobre as consequências da falta desses meios aéreos nos incêndios que já têm acontecido, a secretária da Estado salientou que "o que se tem feito até aqui para lidar com esta falha é gerir o dispositivo que está disponível da melhor forma possível, em função do risco".

Já acerca dos riscos acrescidos do combate aos incêndios durante uma pandemia, Patrícia Gaspar anunciou que o Governo está a trabalhar em duas frentes neste assunto: "Primeiro, garantir que temos instruções claras para todos os agentes, que lhes permita evitar o contágio no terreno e de forma a garantir que nos momentos críticos no terreno são respeitados as medidas e, por outro lado, na mitigação, ter planos alternativos para garantir que se houver contágios entre os operacionais temos outros elementos que podem assegurar o combate".

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