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Deputados do Bloco assinalam 600 dias da morte de Marielle

Parlamentares exigem respostas: "Quem mandou matar Marielle e Anderson?"

Deputados do Bloco assinalam 600 dias da morte de Marielle

Os deputados do Bloco de Esquerda (BE) não quiseram deixar passar em branco os 600 dias do assassinato da ativista brasileira Marielle Franco que se assinalou esta segunda-feira.

Segurando cartazes num momento simbólico na Assembleia da República, os parlamentares recordaram esta quarta-feira não só a vereadora assassinada como o seu motorista, Anderson Gomes, que também morreu naquele dia.

"Não esquecemos. Exigimos respostas: quem mandou matar Marielle e Anderson?", questiona o partido.

No final do mês passado, depois da transmissão de uma reportagem da Globo que coloca o Presidente do Brasil na investigação, Bolsonaro socorreu-se do Facebook para negar qualquer envolvimento no homicídio da vereadora do Rio de Janeiro.

"Vocês são canalhas, patifes e querem acabar com o Brasil", afirmou Jair Bolsonaro, visivelmente exaltado, num vídeo de 24 minutos transmitido na rede social.

De acordo com a reportagem da Globo, um dos suspeitos de participar no homicídio de Marielle esteve no condomínio de Jair Bolsonaro, no Rio de Janeiro, em 14 de março de 2018, dia em que a vereadora de esquerda e o motorista Anderson Gomes foram mortos a tiro.

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