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"Recuso-me a aceitar que o PS se afirme como um partido hegemónico"

Os resultados das eleições europeias deram a vitória ao Partido Socialista que aumentou o número de mandatos no Parlamento Europeu.

"Recuso-me a aceitar que o PS se afirme como um partido hegemónico"

No rescaldo das eleições europeias que se podem resumir à derrota dos partidos de Direita, à vitória do PS e do Bloco de Esquerda e à surpresa que foi a eleição de um eurodeputado do PAN, muito se tem escrito e falado sobre o último domingo.

O social-democrata Carlos Abreu Amorim recorreu às redes sociais para expressar o seu descontentamento, não apenas para com o resultado das eleições, mas sobretudo pela forma como tal vitória tem sido aproveitada pelos socialistas.

“Recuso-me a aceitar que o PS se afirme como um partido hegemónico numa charneira política que define o que acontece à Esquerda e à Direita neste país”, começa por dizer o social-democrata numa publicação feita na sua página de Facebook.

Nesta senda, Abreu Amorim garantiu que não se vai “resignar a que o PSD se torne num partido irrelevante”.

“Temos quatro meses para inverter este panorama. Eu farei a minha parte porque acredito que só o PSD pode ser a alternativa”, escreveu o deputado em consonância com o discurso de Rui Rio no domingo à noite, após conhecida a derrota eleitoral do partido.

As eleições do domingo último, recorde-se, permitiram a eleição de 21 eurodeputados portugueses: nove do PS, seis do PSD, dois do Bloco de Esquerda, dois da CDU, um do CDS e um do PAN.

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