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Sete anos da "tragédia". Marcelo e Montenegro evocam vítimas de Pedrógão

Presidente mostrou-se "solidário" e primeiro-ministro deixou um compromisso. Eis o que disseram no dia em que se assinala o 7.º aniversário do mortífero incêndio de Pedrógão Grande.

Sete anos da "tragédia". Marcelo e Montenegro evocam vítimas de Pedrógão
Notícias ao Minuto

15:31 - 17/06/24 por Notícias ao Minuto com Lusa

País Pedrógão Grande

No dia em que se assinalam sete anos do incêndio em Pedrógão Grande e que causou 66 mortos e centenas de feridos, tanto o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, como o primeiro-ministro, Luís Montenegro, fizeram questão de deixar uma mensagem. 

Marcelo evocou as vítimas e declarou-se "solidário com a ideia de futuro" para essa região, que foi defendida nas comemorações do Dia de Portugal.

Numa mensagem publicada no sítio oficial da Presidência da República na Internet, Marcelo Rebelo de Sousa assinalou o sétimo aniversário dos incêndios de 2017 que atingiram os concelhos de Pedrógão Grande, Castanheira de Pera e Figueiró dos Vinhos.
 
Neste dia, "o Presidente da República está com os familiares e amigos daqueles que partiram", lê-se no texto. "Mas está também solidário com a ideia de futuro, transmitida pelos seus representantes, no Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas", acrescenta. 

O primeiro-ministro também recordou hoje as vítimas dos incêndios e expressou o compromisso de que "estes territórios não caiam no esquecimento".
 
"Hoje é dia para recordar as vítimas e familiares marcados por esta tragédia. E para reforçar o compromisso para que não se volte a repetir e estes territórios não caiam no esquecimento", referiu o chefe do Governo, numa mensagem publicada nas redes sociais. 

O incêndio que deflagrou em 17 de junho de 2017 em Pedrógão Grande e alastrou a concelhos vizinhos provocou 66 mortos e mais de 250 feridos, sete dos quais graves, destruiu meio milhar de casas e 50 empresas.

Em outubro do mesmo ano, outros incêndios na região centro fizeram 49 mortos e cerca de 70 feridos, registando-se ainda a destruição, total ou parcial, de cerca de 1.500 casas e mais de 500 empresas.

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