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Climáximo? "O que está a acontecer neste julgamento não é só sobre nós"

Os ambientalistas, tem idades entre 20 e 58 anos e, em caso de condenação, arriscam penas superiores a um ano de prisão.

Climáximo? "O que está a acontecer neste julgamento não é só sobre nós"
Notícias ao Minuto

10:14 - 22/04/24 por Notícias ao Minuto

País ativistas climaticos

Onze apoiantes do Climáximo vão ser julgados em tribunal pelo protesto climático de bloqueio da Avenida Eng. Duarte Pacheco, em Lisboa, que ocorreu em dezembro de 2023. O julgamento começa esta segunda-feira e estende-se até dia 24.

Maria Mesquita, porta-voz e uma das julgadas, afirma que "o que está a acontecer neste julgamento não é só sobre nós, as 11 pessoas que vão a tribunal. É sobre como é que daqui a 50 anos se vai contar o que foi feito pelas pessoas para travar a guerra contra a vida. Estamos perante o maior crime organizado que a Humanidade alguma vez já viu: A destruição do planeta e das condições materiais da civilização para uma vida digna por parte de governos e empresas. E quem está nos bancos dos réus hoje? Nós, que lutamos pelas nossas vidas. A poucos dias do 25 de Abril, isto força-nos a questionar: O que deve estar quem defende a vida e a liberdade a fazer hoje?", pode ler-se num comunicado a que o Notícias ao Minuto teve acesso.

Os ambientalistas, tem idades entre 20 e 58 anos e, em caso de condenação, arriscam penas superiores a um ano de prisão. Para os dias de julgamento que estão a ser organizadas "atividades de solidariedade e resistência" junto do tribunal.

Assim, está previsto um programa em solidariedade que promete envolver e organizar os próximos passos do movimento pela justiça climática" - as "Assembleias de Abril", adiantou o movimento Climáximo, que considera que as 11 pessoas são julgadas por terem lutado pela vida no planeta.

Leia Também: Onze apoiantes do Climáximo começam a ser julgados por corte de estrada

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