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Funeral de militar que morreu no mar da Póvoa é sábado. Colegas recuperam

Os restantes sete militares envolvidos "já obtiveram todos alta hospitalar", esclarece o Exército.

Funeral de militar que morreu no mar da Póvoa é sábado. Colegas recuperam
Notícias ao Minuto

10:50 - 01/12/22 por Tomásia Sousa com Lusa

País Póvoa de Varzim

O funeral da militar que morreu após ser arrastada por uma onda na Póvoa de Varzim vai realizar-se no sábado, dia 3 de dezembro, na Amadora, anunciou esta quinta-feira o Exército.

O corpo estará em câmara ardente a partir de amanhã, sexta-feira, na paróquia de S. Bento de Massamá.

Numa nota enviada à comunicação social, o gabinete do Chefe do Estado Maior do Exército anunciou que o corpo da primeiro-cabo vai estar em câmara ardente esta sexta-feira, a partir das 16h30, na paróquia de São Bento de Massamá. A missa de corpo presente realiza-se no sábado, às 14h30, seguindo-se o funeral no cemitério da Amadora.

A jovem de 20 anos, que morreu a 25 de novembro, ingressou no Exército em janeiro de 2019 e encontrava-se a frequentar o curso de condutor militar de categoria B, na Escola de Serviços, na Póvoa de Varzim.

De acordo com o Exército, que fala num "momento de luto e profunda consternação", Ani Dabó era "respeitada e admirada pelos seus camaradas por ter um caráter vibrante, honesto e entusiasta de servir ao próximo".

Este ramo das Forças Armadas esclarece que as informações preliminares apontam para que o "trágico acidente" tenha ocorrido "durante o período de folga, fora do contexto de serviço, no âmbito de convívio social em que alguns militares se deslocaram para frequentar um estabelecimento de diversão noturna e decidiram ir até junto da linha de água da praia da Lagoa, na Póvoa de Varzim, acabando arrastados pelo mar".

"A Primeiro-cabo Ani Dabó, sem hesitar, num ato de altruísmo, procurou ajudar camaradas seus que se encontravam em dificuldades, ato que, lamentavelmente, resultou no trágico falecimento da militar", acrescenta o Exército na missiva, que adianta ainda que "os restantes sete militares envolvidos, já obtiveram todos alta hospitalar, continuando a ser apoiados através do Centro de Psicologia Aplicada do Exército".

Recorde-se que o alerta para o incidente envolvendo oito militares que frequentavam um curso de formação da Escola Prática de Serviços da Póvoa de Varzim foi dado na passada sexta-feira às 4h48.

Sete das vítimas conseguiram regressar a terra, exceto Ani Dabó, cujo corpo foi encontrado naquela tarde. Os sete militares foram encaminhados para o Centro Hospitalar da Póvoa de Varzim, onde, segundo fonte da unidade, deram entrada "com lesões musculares, hipotermia, num quadro traumático violento em termos emocionais, mas nenhum em risco de vida".

Nesse mesmo dia, a ministra da Defesa, Helena Carreiras, enviou à família enlutada e ao Exército "as mais sinceras condolências".

[Notícia atualizada às 11h46]

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