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Novo CEO do SNS? "Nunca será um subserviente", garante Campos Fernandes

O ex-ministro da Saúde Adalberto Campos Fernandes elogiou, esta sexta-feira, Fernando Araújo, que foi hoje anunciado como diretor-executivo do Serviço Nacional de Saúde (SNS). 

Novo CEO do SNS? "Nunca será um subserviente", garante Campos Fernandes

O ex-ministro da Saúde Adalberto Campos Fernandes elogiou, esta sexta-feira, Fernando Araújo, que foi hoje anunciado como diretor-executivo do Serviço Nacional de Saúde (SNS). 

"Independentemente da designação do cargo ou da fórmula encontrada o que importa, neste momento, é o valor da liderança. Conheço bem o professor Fernando Araújo. Tive o privilégio de o ter na nossa equipa", começou por escrever o antigo responsável, referindo-se à altura em que ambos trabalhavam para o ministério da Saúde - Adalberto Campos Fernandes como ministro, Araújo como secretário de Estado.

"Partilhamos a mesma visão sobre os desafios da saúde e a importância do SNS na vida das pessoas. Tudo o que foi dito sobre a sua capacidade e qualidades pessoais e profissionais é justo e merecido", considerou Campos Fernandes, numa publicação partilhada no Facebook, ainda antes de o futuro CEO do SNS ser anunciado pelo atual ministro da Saúde, Manuel Pizarro.

Ainda recordando os tempos em que trabalharam juntos, Adalberto Campos Fernandes não esqueceu também uma outra colega. "Saímos do governo com a SE [secretária de Estado] Rosa Matos em outubro de 2018. A visão estava lá protagonizada por ambos os SE [secretários de Estado]", escreveu, deixando um alerta ao colega - e a todos os utilizadores que leem a publicação.

"Não é, nem nunca será um subserviente servo de conveniências alheias ao interesse público apenas para se perpetuar num qualquer lugar"

"A política é um jogo perigoso que, por demasiadas vezes, sobrepõe a tática do momento a importância do médio prazo", alertou, sublinhando logo de seguida ter a certeza de que o colega vai dar o melhor. "Os seus principais adversários serão, como referi há dias, os algozes do sistema 'viciados' na manipulação e no desgaste a par da volatilidade do compromisso político. O que hoje é verdade amanhã poderá já não ser".

O antigo governante escreveu ainda que "a grande vantagem" do futuro responsável pelo SNS é a sua independência e percurso. "Não é, nem nunca será um subserviente servo de conveniências alheias ao interesse público apenas para se perpetuar num qualquer lugar", rematou.

"Manuel Pizarro, profundo conhecedor da realidade estará com ele, como tantos de nós, para devolver o SNS aos portugueses deixando de lado os slogans e a retórica bolorenta e pondo toda a sua energia no trabalho a favor dos portugueses. A par de Ricardo Mestre e de Margarida Tavares temos uma equipa que nos augura esperança. Deixem (os) trabalhar", notou, por fim.

Leia Também: Fernando Araújo, médico e gestor, vai liderar direção-executiva do SNS

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