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Envenenada cadela terapêutica de menina com autismo. Família quer Justiça

Blondie era uma pastor alemã que ajudava a criança de cinco anos. "A Blondie foi envenenada e morta dentro de um terreno privado e devidamente vedado, de onde nunca saiu", pode ler-se na petição pública criada.

Envenenada cadela terapêutica de menina com autismo. Família quer Justiça

Blondie, a cadela da família de André Gomes da Costa, foi envenenada na Aldeia de Zimão, em Vila Pouca de Aguiar. O animal, de raça pastor alemão, era a cadela terapêutica da filha de André, de cinco anos e que sofre de autismo. A família aponta, nas redes sociais e através de uma petição pública, que não irá desistir de fazer Justiça. 

No grupo 'Justiça pela Blondie', nas redes sociais - que conta já com mais de quatro mil membros, o cidadão refere que a cadela era "meiga, sensível, inteligente, calma, companheira, educada, e treinada". "Não fazia barulho de noite, [era] brincalhona, protetora, um DOCE!!! A minha revolta é... PORQUÊ???"

André Gomes da Costa acrescenta ainda que a sua família está "em sofrimento" devido à morte do animal: "Filhos fechados nos quartos, a menina de cinco aninhos que tanto precisa da sua 'BONDI', a cadela terapêutica milagrosa, sempre a perguntar por ela!"

Já na petição pública, endereçada ao Tenente-General Rui Manuel Carlos Clero, Comandante Geral da GNR, a família explica que a "Blondie foi um de muitos animais, entre cães e gatos, assassinados por envenenamento no concelho de Vila Pouca de Aguiar durante os meses de julho e agosto", tal como um "comunicado da Câmara Municipal confirma".

"A Blondie foi envenenada e morta dentro de um terreno privado e devidamente vedado, de onde nunca saiu. Era uma pastora alemã, com 30 meses, especificamente treinada para ser o acompanhamento terapêutico de uma criança de 5 anos que sofre de 85% de incapacidade por autismo. Este crime público ocorreu na aldeia de Zimão, freguesia de Telões, concelho de Vila Pouca de Aguiar e distrito de Vila Real", é ainda referido.

O objetivo é "recolher assinaturas para que, e, de uma vez por todas, estas práticas possam definitivamente ser erradicadas, tratadas com seriedade pelas autoridades competentes".

A família oferece uma recompensa no valor de cinco mil euros que será paga após a investigação, acusação e condenação "com pena efetiva" do culpado pelo envenenamento. 

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