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Ministro saúda Força Aérea, o ramo "mais jovem" e "aberto à mudança"

O ministro da Defesa saudou hoje a Força Aérea Portuguesa pelo seu 69º aniversário, o ramo "mais jovem" das Forças Armadas, "sempre aberto à mudança", aproveitando para agradecer aos militares na reserva que se disponibilizaram no combate à pandemia.

Ministro saúda Força Aérea, o ramo "mais jovem" e "aberto à mudança"

"A Força Aérea é, portanto, o ramo mais jovem das Forças Armadas portuguesas, pela sua origem histórica relativamente recente. Mas é, também, pela sua natureza, um ramo sempre aberto à mudança, pois foi construído tendo por base a inovação tecnológica que abriu todo um novo domínio à ação humana, o espaço aéreo, desencadeando-se o desafio de controlar e defender este novo domínio", destacou, numa cerimónia militar realizada esta quinta-feira na Base Aérea Nº1, em Sintra, para assinalar o 69º aniversário da Força Aérea.

O governante começou por recordar que "foi a 1 de julho de 1952 que avançou uma importante reforma da estrutura das Forças Armadas portuguesas, dando por vencidas as habituais resistências conservadoras, aliás em linha com que estava a ser feito por toda a Europa Ocidental na sequência da Segunda Guerra Mundial e da criação da Aliança Atlântica", que deu origem a um novo ramo das Forças Armadas: a Força Aérea Portuguesa.

Para o ministro, "este tipo de atitude, de abertura à inovação, apanágio da Força Aérea, é hoje, mais do que nunca, indispensável" para umas FA "mais eficazes na resposta a novos riscos e ameaças".

O titular da pasta de Defesa, aproveitou a ocasião para agradecer "em nome do Governo e de Portugal, o empenho exemplar da Força Aérea neste esforço conjunto da Defesa no combate à pandemia de Covid-19", para além das missões tradicionais, destacando a resposta aos pedidos do Serviço Nacional de Saúde no transporte de órgãos e vacinas ou equipamentos e equipas médicas.

"Queria agradecer especialmente aos militares na reserva que, dando exemplo da dedicação que carateriza as nossas Forças Armadas, voltaram ao serviço na Saúde Militar e nas Equipas de rastreamento epidemiológico", sublinhou.

Quanto ao financiamento das Forças Armadas, Cravinho notou que "os mais recentes números da NATO desde 2014, mostram que houve um aumento de 25,6% da despesa em Defesa em Portugal" e que em termos de percentagem da riqueza nacional investida na Defesa, "Portugal (com 1,59%) faz um esforço maior" do que vários dos Aliados mais ricos e maiores.

Concretamente, a Lei de Programação Militar de 2019 "prevê um investimento de 4,7 mil milhões de euros", sublinhou.

"Seriam desejáveis mais recursos? Sim, claro. Os meios são sempre escassos face às ambições. Mas quando constatamos que estamos atualmente, na prática e não apenas no papel, a passar pelo mais importante ciclo de investimento na nossa Defesa no regime democrático, as preocupações a este respeito são sobretudo testemunho de um elevado grau de ambição", salientou.

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