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Costa e Silva quer que alunos sejam atraídos para cursos de engenharia

Portugal deve formar mais engenheiros e começar por atrair os alunos do ensino secundário para a profissão, defende-se na versão preliminar do plano de recuperação económica e social de Portugal 2020-2030 elaborado por António Costa e Silva, a que a Lusa teve acesso.

Costa e Silva quer que alunos sejam atraídos para cursos de engenharia
Notícias ao Minuto

14:28 - 10/07/20 por Lusa

País Plano 2020/2030

O gestor contratado pelo primeiro-ministro considera que "é vital Portugal reforçar o seu papel como centro europeu de engenharia" e que o país precisa de "engenheiros, não só de 'software' ou eletrotecnia, mas engenheiros mecânicos, civis, químicos, mineiros, físicos tecnológicos, aeroespaciais e outros".

"Recomenda-se fortemente a criação de 'kits' pedagógicos ilustrativos das profissões mais necessárias para atrair estudantes do ensino secundário", defende o gestor da petrolífera Partex.

Nos planos de Costa e Silva para a ciência, destaca-se ainda a defesa de "um novo ciclo de investimento e desenvolvimento" para "cobrir fragilidades que ainda existem na capacidade do sistema científico" na formação de investigadores e acesso às tecnologias.

Escolas superiores de sistemas digitais, escolas de pós-graduação e centros colaborativos de formação devem ser dos principais destinatários destes investimentos, defende.

António Costa e Silva considera que é "imperioso incrementar a ligação" de projetos como a rede de laboratórios colaborativos e as parcerias das universidades portuguesas com grandes instituições científicas norte-americanas -- MIT e Carnegie Mellon, por exemplo -- com as empresas.

Aponta ainda como prioritário o "projeto para a Rede Ibérica de Computação Avançada e Supercomputação Verde" e defende que "o papel do Centro de Computação Avançada da Universidade do Mingo deve ser reforçado".

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