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Fotos mostram "cerimónia singela" do 10 de Junho nos Jerónimos

Uma "cerimónia singela" nos claustros do Mosteiro dos Jerónimos, sempre com o grasnar das gaivotas em fundo, assinalou hoje o 10 de Junho, uma sessão com dois oradores e seis convidados que demorou cerca de uma hora.

Oito cadeiras verdes colocadas num palco no relvado central dos claustros do Mosteiro dos Jerónimos estiveram tapadas com plásticos pretos até pouco antes do início da cerimónia das comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas 2020, cadeiras essas onde se sentaram os únicos oito participantes nestas comemorações que o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, quis que fossem minimalistas, devido à pandemia de covid-19.

No exterior, junto às baias de segurança que foram colocadas à volta de todo o perímetro do Mosteiro dos Jerónimos estiveram cerca de uma centena de populares, muitos deles com máscara.

Os horários foram seguidos à risca, tendo os convidados sido recebidos por uma guarda de honra bem mais pequena do que o habitual nestas cerimónias, constituída apenas por nove cadetes dos três ramos das Forças Armadas.

Numa zona de Lisboa que também a pandemia esvaziou de turistas, o grasnar constante das gaivotas só foi "abafado" pelo momento em que, à chegada do Presidente da República, foi entoado o hino nacional, durante o qual se ouviram 21 salvas vindas do navio Álvares Cabral, fundeado ali bem perto no Tejo, e o som dos F-16 da Força Aérea que sobrevoaram o local naquela altura.

A comitiva seguiu depois para a cerimónia de deposição de uma coroa de flores no túmulo de Luís Vaz de Camões e homenagem aos mortos ao serviço de Portugal, momento no qual Marcelo Rebelo de Sousa, o primeiro-ministro, António Costa e o presidente da Assembleia da República, Ferro Rodrigues, não se esqueceram de colocar as suas máscaras para entrar na Igreja de Santa Maria de Belém.

Já nos claustros, tempo para os dois discursos, com o presidente das Comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, José Tolentino de Mendonça, a usar da palavra cerca de 20 minutos, o dobro do Presidente da República.

A covid-19, presente em ambas as intervenções, também não foi esquecida no breve intervalo entre os discursos, uma vez que o púlpito e o microfone usados por Tolentino Mendonça foram cuidadosamente higienizados e desinfetados antes de Marcelo Rebelo de Sousa falar aos portugueses.

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