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Empresas de segurança refutam risco de propagação pelo dinheiro

A Associação de Empresas de Segurança defendeu hoje a inexistência de indícios de que o dinheiro possa ser um meio de transmissão do novo coronavírus, em consonância com a posição mais recente da Organização Mundial de Saúde (OMS).

Empresas de segurança refutam risco de propagação pelo dinheiro
Notícias ao Minuto

17:14 - 25/03/20 por Lusa

Economia Covid-19

Numa nota enviada às redações, a Associação de Empresas de Segurança (AES), fundada em 1990 e que junta empresas portuguesas de segurança privada, considerou este esclarecimento importante face à atual pandemia da covid-19 no país e no mundo, sem deixar de apelar a que "todos cumpram com as indicações de higiene e prevenção necessárias".

Na última semana, a porta-voz da OMS, Fadela Chaib, apelidou os receios em torno do dinheiro como forma de propagação do SARS-CoV-2 um "erro de interpretação" da imprensa inglesa. "Alertámos para o facto de as pessoas terem de lavar as mãos depois de manusearem o dinheiro por ser uma boa prática de higiene. Não foi uma forma de dizer que o dinheiro transmitia o novo coronavírus", afirmou a responsável.

A AES vincou também que a mesma posição foi partilhada pelo Banco Central Europeu e por outros bancos centrais de estados-membros, como Alemanha, França ou Luxemburgo, tecendo, por outro lado, críticas ao Banco de Portugal, por ainda manter a recomendação da tecnologia sem contacto nas transações monetárias.

"Ao contrário dos congéneres europeus, o Banco de Portugal recomenda a utilização da tecnologia contactless (sem contacto), ignorando as garantias do Banco Central Europeu e do Eurossistema, que faz uma monitorização regular ao impacto da produção e circulação de notas de Euro na saúde pública, inclusive rastreios à presença de vírus e bactérias, não existindo até ao momento razões para preocupação", pode ler-se no comunicado da AES.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou perto de 428 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 19.000.

Em Portugal, há 43 mortes e 2.995 infeções confirmadas, segundo o balanço feito hoje pela Direção-Geral da Saúde, que regista 633 novos casos em relação a terça-feira (+26,8%).

Dos infetados, 276 estão internados, 61 dos quais em unidades de cuidados intensivos, e há 22 doentes que já recuperaram.

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