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Moradores da Foz no Porto ainda sem dístico podem estacionar "livremente"

Os moradores que pediram a avença para o estacionamento nas zonas da Foz, Aviz e Pinheiro Manso, no Porto, mas que ainda não receberam o dístico, podem "utilizar livremente os lugares" de estacionamento da sua área, anunciou a autarquia.

Moradores da Foz no Porto ainda sem dístico podem estacionar "livremente"
Notícias ao Minuto

13:18 - 13/02/20 por Lusa

País Porto

Numa nota publicada no portal 'Porto.', a Câmara Municipal do Porto esclareceu que os moradores das três zonas que ainda não receberam o dístico, que tem a validade de um ano, "podem utilizar livremente os lugares de estacionamento da sua área de residência".

"Este esclarecimento visa sossegar os moradores destas três zonas", afirma a autarquia, adiantando que, além dos residentes, também as pessoas com mobilidade reduzida que detenham o Cartão de Estacionamento para Pessoas com Deficiência podem "utilizar gratuitamente todos os lugares de aparcamento" da Zona de Estacionamento de Duração Limitada (ZEDL).

O município recorda também "que o aparcamento de motociclos e ciclomotores é gratuito nos lugares assinalados nas zonas de estacionamento pago".

A Câmara do Porto assegura ainda que, durante este mês, ficará disponível a aplicação de pagamento 'Telpark', sendo que, o objetivo nos próximos meses passa por integrar outras aplicações de pagamento, como a Via Verde.

De acordo com a nota, as medidas aplicadas, que foram alvo de "contactos prévios com os moradores e comerciantes" das zonas afetas e resultantes de uma decisão da Assembleia Municipal, vão contribuir "para a gestão integrada da mobilidade na cidade e ajudar a reduzir o estacionamento abusivo na via pública".

Na reunião do executivo de segunda-feira, a Câmara do Porto, quando confrontada por um representante dos trabalhadores, admitiu a hipótese da criação de uma tarifa diária de estacionamento na zona da Foz.

A insatisfação face à medida que entrou em vigor no final do mês de janeiro está expressa num abaixo-assinado que conta já com 300 assinaturas e onde os subscritores exigem que lhes seja dada a possibilidade de obter uma avença de morador.

Os trabalhadores estão ainda abertos à possibilidade de ser definida uma avença diária, mensal ou anual para quem trabalha naquela zona, na impossibilidade de lhes ser atribuída uma avença equiparada à de morador.

Os trabalhadores salientam que os custos diários do estacionamento com que são confrontados são elevados face aos salários auferidos, e pedem a intervenção da autarquia.

Perante a impossibilidade de atribuição de avenças a comerciantes, a vereadora dos transportes, Cristina Pimental, explicou que houve o cuidado de colocar a tarifa mínima de 40 cêntimos e de criar zonas com o máximo de tempo permitido, ou seja, "até quatro horas".

"Podemos rever essa situação e tentar prolongar esse horário para o máximo possível, criando uma tarifa diária, como por exemplo tem a Asprela. Essa é uma possibilidade que está em cima da mesa", admitiu, salientando, contudo que a Foz tem das tarifas mais baixas.

O presidente da autarquia acrescentou que o se está a fazer na Foz é a construir parques de estacionamento, procurando que o estacionamento 'on street' seja para moradores residentes.

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