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Marcelo confessa "gozo espiritual" por país já não ser "incógnita"

O Presidente da República confessou esta quarta-feira que lhe dá "gozo espiritual" e "prazer como português" por Portugal ser "considerado um exemplo" depois de anos a ser olhado como uma "incógnita e uma dúvida" em termos económicos.

Marcelo confessa "gozo espiritual" por país já não ser "incógnita"

"Isso, naturalmente, dá-me gozo espiritual e dá-me prazer como português, porque o mérito foi dos portugueses, de todos os portugueses, para além dos responsáveis que conduziram as políticas, o mérito foi de todos os portugueses", afirmou Marcelo Rebelo de Sousa.

Em declarações aos jornalistas no final de uma receção à comunidade portuguesa em Berlim, Marcelo Rebelo de Sousa sublinhou que a visita que iniciou esta quarta-feira à Alemanha se realiza num contexto diferente da que foi realizada em 2016, no primeiro ano do seu mandato.

O chefe de Estado destacou que, no primeiro ano do seu mandato, não só na visita à Alemanha, em maio de 2016, mas perante as instituições europeias, passou "horas e horas a explicar que Portugal ia conseguir atingir certas metas".

"Estou muito feliz por ver reconhecido que Portugal cumpriu as metas em termos financeiros e em termos de emprego e que está a fazer tudo para cumprir as metas em termos de crescimento mais acelerado da economia", disse.

Manifestando "grande orgulho nacional", o Presidente da República recuperou as palavras que deixou a cerca de três centenas de membros da comunidade portuguesa, para salientar o percurso do país no cumprimento das metas financeiras e económicas e o empenho em "cumprir metas das condições de vida dos portugueses".

Portugal era "considerado na altura como uma incógnita, uma dúvida e um problema, e hoje em muitos casos é um exemplo", declarou, lembrando que decorria, em 2016, um procedimento por défice excessivo que depois foi cancelado.

Quanto aos portugueses a viver e a trabalhar no estrangeiro, o chefe de Estadio, que falava ao lado do ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, fez um apelo ao voto nas próximas legislativas, considerando que "é um direito que, estejam onde estiverem", deve ser exercido.

"Os nossos compatriotas têm uma possibilidade e capacidade única - de tal forma se alargou o universo eleitoral, que passou de 300 mil para 1.400 mil - de não deixar em mãos alheias o destino do país", disse.

Depois de cantar o Hino Nacional, na receção na residência do embaixador João Mira Gomes, Marcelo Rebelo de Sousa considerou, perante a comunidade de portugueses a residir e a trabalhar em Berlim, que o facto de Portugal ter cumprido as metas "aumentou o peso" do país nas instituições europeias, deixando de ser um "problema" para ser "um exemplo".

A visita do Presidente português à Alemanha prossegue esta quinta-feira com um encontro com o homólogo alemão, Frank-Walter Steinmeier, com quem mantém "relações excelentes" desde há 30 anos, quando ambos eram professores de Direito e não sonhavam que viriam a ser chefes de Estado, revelou.

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