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Presidente dos Bombeiros da Figueira da Foz está “tranquilo" com buscas

Ilídio Lopes diz que as acusações de intimidação junto dos bombeiros voluntários “é uma cabala”.

Presidente dos Bombeiros da Figueira da Foz está “tranquilo" com buscas
Notícias ao Minuto

16:45 - 25/03/19 por Natacha Nunes Costa 

País Ilídio Lopes

O presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Figueira da Foz, Ilídio Lopes garante que tanto a associação como o corpo de bombeiros daquela corporação estão “completamente tranquilos” e "totalmente disponíveis" para colaborar com a Polícia Judiciária (PJ), que esta segunda-feira, efetuou buscas no quartel, relacionadas com um banco de horas ilegais, acusações de falsificação, peculato e ainda intimidação de bombeiros voluntários.

“Estamos completamente tranquilos. Estamos totalmente disponíveis para colaborar com a Polícia Judiciária em tudo o que necessitar. Somos também parte interessada no esclarecimento da verdade. É um processo que está a investigar alegadas ações do adjunto de comando e da sua mulher por falsificação e peculato”, começou por dizer Ilídio Lopes.

Em entrevista à RTP, o presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Figueira da Foz não quis colocar as mãos no fogo pelo antigo adjunto de comando, disse apenas que "estas instituições são constituídas por pessoas" e que, como tal, algumas poderão, "eventualmente, ter falhas"

Já sobre a intimidação junto dos bombeiros voluntários, Ilídio Lopes, rejeita esta acusação.

"Rejeito liminarmente a intimidação junto dos voluntários. Confio plena, integral e totalmente no senhor comandante, toda a disponibilidade para o serviço é voluntária e é, evidentemente, questionada a montante quem é que está disponível para fazer o serviço. Não tenho conhecimento nenhum dessa intimidação. É uma cabala!", sublinha.

Ilídio Lopes revela ainda que chegou a receber uma denúncia, semelhante a estas acusações, de um ex-bombeiro e que, perante essa queixa, solicitou "averiguações" ao presidente do conselho fiscal. Os resultados do inquérito, revelaram, segundo o líder da associação, "uma ou outra irregularidade" que não podem ser alvo de um pedido de responsabilidade porque o "senhor adjunto de comando demitiu-se no dia 15 de março".

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